
Da presença à influência global
O futuro do cooperativismo mundial passa - necessariamente - pelo Brasil.
Na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito (WCUC 2026), em Sydney, na Austrália, lideranças do cooperativismo brasileiro ocuparam espaços de destaque nos debates sobre regulação, geopolítica, inclusão financeira e novas formas de pagamento apresentados no evento. O país levou, além de uma delegação numerosa, experiências construídas a partir de organização sistêmica, proximidade e presença nas comunidades, características intrínsecas às organizações brasileiras.
Esse protagonismo não se resumiu apenas à apresentação de resultados. A participação com destaque na agenda internacional mais importante do setor significou contribuir para as decisões que vão orientar o segmento nos próximos anos.
A nova edição da Revista MundoCoop acompanha esse movimento em diferentes frentes. Do palco global à realidade das cooperativas brasileiras, as reportagens mostram como a governança, a formação de lideranças, a tecnologia e a capacidade de adaptação se conectam a uma questão maior: qual papel o Brasil pretende ocupar na construção do cooperativismo do futuro?
O país já conquistou espaço. Agora, o próximo passo é seguir transformando a presença em influência e os aprendizados globais em caminhos concretos para o movimento.












