A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura e das Utopias, deu um passo decisivo na segunda-feira (13 de abril) para a formalização da classe artística. O encontro, realizado no Território do Futuro, reuniu cerca de 50 profissionais para estruturar uma cooperativa que servirá de suporte jurídico, econômico e criativo para os talentos locais.
O Poder do Coletivo: O que foi debatido?
A reunião focou em transformar a produção artística em um setor econômico sustentável e organizado:
- Gestão e Formalização: Discussão sobre os modelos de governança da cooperativa para garantir autonomia aos associados.
- Economia da Cultura: O palestrante Natxo Mundukide trouxe uma visão global sobre como a cultura pode ser o principal vetor de geração de renda em cidades inteligentes.
- Diversidade de Vozes: Músicos, atores, cantores e artistas circenses contribuíram com pautas sobre as dificuldades do mercado e a necessidade de união.
- Identidade Local: Artistas como a cantora Dalva Alves, da Mumbuca, destacaram o sentimento de pertencimento e o fim do isolamento profissional.
“Estamos construindo um modelo coletivo que valoriza o trabalho cultural. A cooperativa será um instrumento importante para gerar mais autonomia para esses profissionais”, afirmou o secretário Sady Bianchin.
Cultura como Ativo Econômico
Para o presidente da cooperativa, José Carlos Azevedo, o projeto é um marco para quem vive da arte em Maricá, permitindo que a classe negocie melhor seus contratos e tenha acesso a benefícios que a informalidade impede.
Fonte: 24 Horas Gazeta do Rio












