No dia 15 de setembro celebramos o Dia do Cliente.
Quando pensamos em instituição financeira, é natural imaginar uma relação com quem está do outro lado da operação baseada em produtos, serviços, crédito, investimentos e atendimento.
Mas existe uma pergunta que precisa ser feita: e se essa relação pudesse ser construída de outra maneira? É justamente aqui que o cooperativismo traz outra perspectiva.
Em uma cooperativa, quem utiliza os produtos e serviços também participa da instituição. O cooperado não apenas contrata crédito, investe ou utiliza serviços. Ele é associado, é dono e participa da construção da cooperativa.
Na COOPERFORTE, essa participação acontece por meio de um processo que envolve os cooperados em decisões importantes para os rumos da cooperativa. Isso significa que a relação não termina quando um produto é contratado: existe participação, responsabilidade e interesse no desenvolvimento da instituição.
Uma cooperativa precisa, como qualquer instituição financeira, ser eficiente, responsável e sustentável. E existe uma diferença importante: seus resultados também podem retornar aos cooperados, de acordo com as regras do modelo.
É uma lógica que aproxima o econômico e o coletivo. A eficiência não precisa estar dissociada dos valores cooperativistas, assim como a cooperação não precisa renunciar à eficiência.
Talvez esse seja um dos maiores diferenciais do cooperativismo.
A COOPERFORTE tem mais de quatro décadas de história e é construída por pessoas que escolhem participar de uma instituição na qual a relação financeira vai além da prestação de serviços.
Ao longo de 42 anos, muita coisa mudou no sistema financeiro. A tecnologia transformou a maneira como fazemos operações e acessamos serviços. As expectativas também mudaram. Hoje, buscamos cada vez mais agilidade, segurança, conveniência e soluções adequadas às nossas necessidades.
Tudo isso é importante. Mas acredito que algumas coisas continuam essenciais: confiança, transparência, responsabilidade e proximidade.
É justamente nesse ponto que o cooperativismo continua atual.
Porque uma relação financeira não precisa ser apenas uma relação de consumo. Ela também pode ser uma relação de participação.
No Dia do Cliente, gosto de pensar que essa é uma das principais diferenças que o cooperativismo tem a oferecer: aqui, quem utiliza a instituição também ajuda a construí-la.
Na COOPERFORTE, somos parte da mesma história. E, quando os interesses são comuns, o valor de uma boa relação não está apenas no negócio, mas sim no que conseguimos construir juntos.
Porque, no cooperativismo, a relação não termina quando o negócio é feito. É a partir dela que o negócio continua sendo construído.
Por Asclepius Soares, Diretor-Presidente da COOPERFORTE












