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MundoCoop - Informação e Cooperativismo

A importância das habilidades de liderança e agilidade organizacional em 2025 – Rodrigo Araújo é presidente Brasil da Korn Ferry

Mundo Coop POR Mundo Coop
4 de maio de 2025
ARTIGO
Rodrigo Araújo é presidente Brasil da Korn Ferry

Rodrigo Araújo é presidente Brasil da Korn Ferry

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A adaptabilidade e a agilidade organizacional são fundamentais para os líderes brasileiros e latino-americanos que buscam sucesso em cenários globais. Essas competências não apenas facilitam a navegação em ambientes complexos, mas, também, destacam esses líderes como valiosos ativos em qualquer organização.

Uma recente pesquisa da Korn Ferry, a Talent Trends 2025, destacou que as habilidades de liderança são percebidas como as mais críticas para as organizações em 2025, segundo 70% dos respondentes.

Nesse contexto, a dimensão da agilidade organizacional se sobressai como a mais relevante, pois envolve a capacidade de se adaptar rapidamente às mudanças, inovar continuamente e responder de forma eficaz às demandas do mercado. A agilidade organizacional é essencial para navegar em um ambiente de negócios cada vez mais complexo e dinâmico, características marcantes no ambiente organizacional atual.

Componentes da agilidade organizacional

A agilidade organizacional se sustenta em pilares como a adaptabilidade, que confere a capacidade de ajustar estratégias e operações de acordo com as necessidades do cenário. Além disso, nós temos a inovação desempenha um papel crucial ao fomentar uma cultura que impulsiona a competitividade.

A resiliência também se destaca, permitindo a manutenção da eficácia e da motivação mesmo diante de tempos desafiadores. Por fim, a habilidade de tomada de decisão rápida, embasada em informações relevantes, complementa os componentes essenciais da agilidade organizacional.

Estudos recentes e arquétipos de liderança mostram que, quando analisamos os fatores que levam as lideranças brasileiras e latino-americanas a serem consideradas para cargos globais e/ou regionais, a adaptabilidade se destaca como crucial para gerenciar equipes diversas e navegar em mercados internacionais. Essa adaptabilidade se manifesta em diversos aspectos:

  • Sensibilidade cultural: Investir tempo para entender a cultura local, construir relacionamentos fortes e navegar nas diferenças culturais de forma eficaz;
  • Flexibilidade e criatividade: Essenciais na resolução de problemas;
  • Respeito às hierarquias: Compreensão e respeito pelas estruturas hierárquicas em diferentes culturas corporativas;
  • Interação face a face: Priorizar a construção de conexões fortes para facilitar negociações, valorizando interações pessoais.

Capacidades que diferenciam as lideranças brasileiras e latino-americanas

  • Habilidades de liderança: Essenciais para operar em cenários econômicos desafiadores e contextos de alta volatilidade;
  • Habilidades multilíngues: Domínio de idiomas como português, inglês e espanhol, tornando os líderes comunicadores eficazes em várias regiões;
  • Pensamento estratégico: Abordagens inovadoras para desafios empresariais, altamente valorizadas em cargos globais;
  • Experiência em mercados emergentes: Fornece insights únicos sobre estratégias aplicáveis a outras regiões em desenvolvimento.

Desafios

Porém, identificamos oportunidades de desenvolvimento e pontos de atenção para essas lideranças que são vitais para garantir uma melhor adequação e, principalmente, para aumentar a efetividade das contribuições e impacto para os negócios e contextos em que são inseridos.

Dentre esses pontos, as barreiras linguísticas podem representar desafios, assim como a necessidade de ajustes nos estilos de comunicação para se adequarem às normas locais. Agora, no que tange aos estilos de liderança, é importante equilibrar abordagens colaborativas com estruturas hierárquicas.

Um outro desafio é a construção de confiança em novos ambientes que, também, se mostra vital, assim como a gestão do tempo, considerando possíveis conflitos com a pontualidade e o agendamento rigoroso. Sendo assim, é compreendido que a preferência por métodos informais na resolução de conflitos pode não se alinhar com processos mais estruturados.


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