O Sistema Ailos gerou R$ 3,88 bilhões em economia direta para seus cooperados em 2025, segundo o indicador Economia da Cooperação. O cálculo compara taxas de crédito, rentabilidade de aplicações e distribuição de resultados das cooperativas com as condições médias de instituições financeiras tradicionais.

Em média, cada cooperado economizou R$ 2.213 no ano ao utilizar os principais produtos e serviços das cooperativas Ailos.
“A Economia da Cooperação mostra, de forma objetiva, como o cooperativismo se traduz em benefício financeiro direto para as comunidades”, afirma Adelino Sasse, diretor de negócios e produtos da Central Ailos.
Em 2025, as aplicações financeiras renderam, em média, 13,42% ao ano nas cooperativas, contra 10,29% no mercado. No crédito pessoal e financiamentos, a taxa média foi de 26,24% nas cooperativas, frente a 37,38% nas instituições tradicionais.
As diferenças foram ainda maiores no cheque especial, com taxa média de 116,53% nas cooperativas e 274,04% no mercado, e no rotativo do cartão, de 167,44% contra 305,75%.
A metodologia também inclui o pagamento de Juros ao Capital, de 9,68%, e a distribuição de Sobras aos cooperados.
“Mais do que um número, a Economia da Cooperação representa um modelo que prioriza o cooperado na definição de preços, na remuneração das aplicações e na devolução dos resultados”, conclui Sasse.

Conteúdo exclusivo publicado na edição 130 da Revista MundoCoop












