À medida que os ciclos agrícolas avançam, as cooperativas intensificam seus esforços para otimizar a produtividade na próxima safra. A busca por inovação é constante: máquinas autônomas, sensores de solo e drones de pulverização já fazem parte da realidade do campo. Atenta a esse cenário, além do portfólio tradicional, a Jacto, multinacional brasileira de máquinas, serviços e soluções agrícolas, reforçou sua parceria com a DJI ao disponibilizar o drone T100, que traz tecnologias de aplicação com maior autonomia para o manejo das lavouras.
Em 2024, a Jacto anunciou sua entrada no mercado de drones agrícolas como distribuidora dos modelos DJI Agras T50 e T25P, voltados para pulverização e dispersão, e do Mavic 3M, equipado com câmera multiespectral para digitalizar e analisar o crescimento das culturas. Essa integração coloca as cooperativas e seus associados em um novo patamar de eficiência e conectividade.
“O uso de drones agrícolas vai muito além da compra de um equipamento: é sobre eficiência, sustentabilidade e competitividade. Hoje, o Brasil já conta com mais de 3 mil drones em operação, segundo a Embrapa, com forte presença em regiões produtoras de soja, milho e algodão. Essa tecnologia vem conquistando espaço porque amplia a precisão no uso de defensivos, reduz desperdícios e alcança áreas onde máquinas terrestres não chegam”, ressalta Sérgio Silveira, coordenador de vendas da linha de drones.
T100: potência e inteligência para cooperativas
O T100 é um aliado estratégico para proteger as lavouras contra pragas e doenças, especialmente em áreas difíceis, como terrenos irregulares, locais com obstáculos ou logo após chuvas, quando máquinas tradicionais não conseguem entrar.
Ele é fácil de transportar, pois tem braços dobráveis, e muito potente: consegue pulverizar até 100 litros de líquidos ou distribuir até 100 kg de sólidos, garantindo mais agilidade e eficiência no campo.
Além disso, o T100 oferece:
- Dispersão uniforme com vazão de até 400 kg/min, ideal para grãos, pomares e aquicultura.
- Carregamento ultrarrápido com o gerador D14000iE, que recarrega baterias em apenas 8 a 9 minutos.
- Segurança e inteligência com sistemas avançados e algoritmos de IA.
- Elevação de cargas de até 100 kg, ampliando possibilidades de uso durante todo o ano.
“Os drones não substituem pulverizadores tradicionais: eles complementam. Em áreas extensas, máquinas terrestres continuam sendo essenciais. Já em talhões pequenos, áreas de difícil acesso ou relevo acidentado, os drones são a solução prática e segura. Além da pulverização, eles também coletam dados estratégicos para gestão agrícola, como mapas georreferenciados e monitoramento de pragas, preparando as cooperativas para uma agricultura cada vez mais conectada”, reforça Sérgio.
Conteúdo exclusivo publicado na edição 127 da Revista MundoCoop












