• POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
MundoCoop - Informação e Cooperativismo
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
Sem resultado
Ver todos os resultados
MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Economia global ensaia deixar onda de pessimismo para trás

MundoCoop POR MundoCoop
13 de fevereiro de 2023
ECONOMIA & FINANÇAS
ecnomocia

ecnomocia

CompartilheCompartilheCompartilheCompartilhe

A economia global pode não ter um ano tão ruim como o esperado há alguns meses. A reabertura da China – com o fim da política de covid zero -, o inverno menos rigoroso na Europa e a sinalização de que a fase mais aguda da inflação nos principais países pode ter ficado para trás têm contribuído para melhorar as previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) do mundo.

Apesar das projeções melhores, os economistas ponderam que o cenário não é de otimismo. No caso do Brasil, por exemplo, os números globais mais positivos ajudam, mas não o suficiente para mudar o cenário de fraco crescimento esperado para 2023.

Na última revisão, o Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a estimativa para o PIB global deste ano de 2,7% para 2,9%, mas ainda abaixo da média observada desde 2000 (3,8%). “As perspectivas globais estão melhores do que há alguns meses, mas eu diria que a foto ainda é de um cenário desafiador”, diz Eduardo Jarra, economista-chefe da Santander Asset Management.

Na China, a reabertura da economia tem sido mais rápida do que o previsto com o fim da política de covid zero. Isso contribuiu para que o FMI aumentasse a previsão de crescimento da economia do país de 4,4% para 5,2%.

MENOS FRIO

Na Europa, o inverno menos rigoroso do que o previsto também trouxe um alívio para o cenário econômico, bastante afetado pelo conflito entre Ucrânia e Rússia. Havia uma preocupação de que o frio intenso pudesse aumentar a demanda por gás e levasse a região a enfrentar uma falta do produto.

“O inverno mais ameno na Europa reduziu muito a necessidade de utilização de gás para fins de aquecimento”, afirma Alexandre Bassoli, economista-chefe da Apex Capital. “O temor era de que, se o inverno se mostrasse rigoroso, seria necessário implementar um racionamento.”

RISCOS

Na virada do ano, muitos economistas enxergavam um risco de que a Europa pudesse enfrentar uma recessão profunda, expectativa que parece mais distante hoje. O Goldman Sachs (NYSE:GS) chegou a prever um PIB de -0,1% para a região. Hoje, estima 0,8%.

Na economia americana, o cenário de um pessimismo exacerbado com a inflação começa a ficar para trás. Em dezembro, no acumulado de 12 meses, o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) subiu 5%, abaixo dos 5,5% de novembro.

O PCE é acompanhado de perto pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). No seu último encontro, o Fed reduziu o ritmo de alta das taxas de juros, para 0,25 ponto porcentual, alcançando a faixa entre 4,50% e 4,75% ao ano.

O diretor de pesquisa macroeconômica para América Latina do Goldman Sachs, Alberto Ramos, no entanto, pondera que o nível de desemprego baixo ainda pode pressionar a inflação nos próximos meses. Por outro lado, há fatores que já aliviam a alta dos preços, como a regularização das cadeias logísticas globais.

Efeito no Brasil deve ser positivo, mas limitado

O crescimento da economia global maior do que o esperado deve ter um efeito positivo – ainda que limitado – no Brasil. Com a China avançando mais do que se projetava inicialmente, a tendência é de que os preços das commodities avancem, o que favorece o Brasil.

“A recuperação da China é uma excelente notícia, porque o país é o maior destino das exportações brasileiras”, afirma Bassoli, da Apex Capital.

Os analistas esperam uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de 0,8% neste ano. A expectativa de um cenário global mais aquecido, porém, não fez com que bancos e consultorias promovessem grandes alterações nos seus cenários. Alberto Ramos, do Goldman Sachs, destaca que a China deve movimentar principalmente os mercados de petróleo e cobre. No ano passado, o banco projetava um crescimento para o país oriental de 4,5%. Agora, a estimativa é de alta de 5,5%.

Ramos pondera, porém, que o crescimento chinês não terá o mesmo impacto aqui como no passado. Isso porque, antes, o crescimento do país era baseado em investimento em infraestrutura, o que demandava, por exemplo, mais minério de ferro, commodity amplamente produzida no Brasil. Agora, a China está impulsionando a economia através do consumo interno.

“Esse tipo de crescimento chinês ajuda o Brasil, mas não beneficia tanto como o modelo baseado em infraestrutura”, afirma Ramos.


Fonte: O Estado de S. Paulo

ANTERIOR

Distribuição das sobras de cooperativa injeta quase 11 milhões na economia regional

PRÓXIMA

35º Show Rural conquista recordes e consolida importância do evento para o agro brasileiro

MundoCoop

MundoCoop

Informação e inspiração para o cooperativismo.

Relacionado Posts

Cooperativismo reforça a importância de novas estratégias de crédito para o Transporte Rodoviário de Cargas
ECONOMIA & FINANÇAS

Cooperativismo reforça a importância de novas estratégias de crédito para o Transporte Rodoviário de Cargas

26 de janeiro de 2026
STJ 1
CONTEÚDO DE MARCA

Sinacred reforça seu papel como representante sindical das cooperativas de crédito

23 de janeiro de 2026
Cooperativa Sicredi Progresso eleva em 300% investimentos de associados com assessoria especializada
ECONOMIA & FINANÇAS

Cooperativa Sicredi Progresso eleva em 300% investimentos de associados com assessoria especializada

22 de janeiro de 2026
Especialistas alertam para golpes que usam perfis falsos de famosos nas redes
ECONOMIA & FINANÇAS

Especialistas alertam para golpes que usam perfis falsos de famosos nas redes

21 de janeiro de 2026
FMI reduz para 1,6% previsão de crescimento do Brasil em 2026
ECONOMIA & FINANÇAS

FMI reduz para 1,6% previsão de crescimento do Brasil em 2026

20 de janeiro de 2026
Mercosul UE
ECONOMIA & FINANÇAS

Mercosul e União Europeia firmam acordo histórico e governo brasileiro lança painel para ampliar exportações

20 de janeiro de 2026

Discussão sobre post

NEWSLETTER MUNDOCOOP

* Preenchimento obrigatório

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cooperativismo se destaca como pilar de estabilidade e crescimento sustentável para o agro em 2026
DESTAQUES

Cooperativismo se destaca como pilar de estabilidade e crescimento sustentável para o agro em 2026

26 de janeiro de 2026
ICA inicia projeto global para reformar legislação cooperativa em mais de 70 países até 2028
INTERNACIONAL

ICA inicia projeto global para reformar legislação cooperativa em mais de 70 países até 2028

26 de janeiro de 2026
Brasil e Bolívia fortalecem cooperação com encontro entre Ocesp e cooperativa energética boliviana
ACONTECE NO SETOR

Brasil e Bolívia fortalecem cooperação com encontro entre Ocesp e cooperativa energética boliviana

26 de janeiro de 2026
LinkedIn Instagram Facebook Youtube

FALE COM A MUNDOCOOP

MundoCoop - Informação e Cooperativismo

ANUNCIE: [email protected]
TEL: (11) 99187-7208
•
ENVIE SUA PAUTA:
[email protected]
•
ENVIE SEU CURRÍCULO:
[email protected]
•

EDIÇÃO DIGITAL

CLIQUE E ACESSE A EDIÇÃO 127

BAIXE NOSSO APP

NAVEGUE

  • Home
  • Quem Somos
  • Revistas
  • universocoop
  • EVENTOS
  • newsletter
  • Anuncie

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Revista MundoCoop
  • Biblioteca
  • Newsletter
  • Quem Somos
  • Eventos
  • Anuncie

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite o nosso Política de Privacidade e Cookies.