• POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
MundoCoop - Informação e Cooperativismo
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
Sem resultado
Ver todos os resultados
MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Fintechs e cooperativas de crédito terão políticas de remuneração a partir de 2026

MundoCoop POR MundoCoop
9 de janeiro de 2025
DESTAQUES
Fintechs e cooperativas de crédito terão políticas de remuneração a partir de 2026

Fintechs e cooperativas de crédito terão políticas de remuneração a partir de 2026

CompartilheCompartilheCompartilheCompartilhe

Instituições de pagamento e cooperativas de crédito precisarão desenvolver políticas de remuneração de administradores e aplicá-las a partir de 2026. As regras que norteiam a formulação dessas políticas foram revisadas pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e o escopo foi ampliado, alcançando mais tipos de instituições do sistema financeiro.

Para a OCB, o Banco Central tem desempenhado um papel fundamental no aprimoramento das regras do sistema financeiro, e o diálogo com o mercado tem sido essencial para a manutenção e adequação das normas. Para a entidade que representa as cooperativas, as novas regulamentações darão mais transparência aos processos do sistema financeiro.

As normas, publicadas em setembro pelo CMN e em novembro pelo BC, estabelecem que a política de remuneração deve ser compatível com a natureza, porte, complexidade, estrutura, perfil de risco e modelo de negócio de cada instituição. Segundo as regras, a política não pode incentivar comportamentos “que elevem a exposição ao risco acima dos níveis considerados prudentes nas estratégias de curto, médio e longo prazos adotadas pela instituição”.

As resoluções passaram a valer em 1 de janeiro de 2025, mas haverá um ano de adaptação. A norma prevê que a política deve ser aplicada no exercício social de 2026. Para o BC, pela evolução e experiências adquirida pelas instituições que não eram abrangidas pela regulação, o aumento do escopo demonstrou “ser oportuno”.

O regramento anterior foi publicado em 2010 na esteira da crise financeira de 2008. A resolução estabelecia normas para instituições autorizadas a funcionar pelo BC e excluía figuras como cooperativas de crédito e sociedades de crédito direto. Desde então, o mercado se expandiu, com o aparecimento das instituições de pagamento e fintechs, por exemplo.

O BC informou que a implementação de políticas de remuneração tem o objetivo de fortalecer a governança corporativa e contribuir para a sustentabilidade das entidades “mediante alinhamento dos objetivos dos administradores no médio e longo prazos com os da instituição, evitando assim estimular a assunção de riscos excessivos”.

Outros tipos de entidades que não estavam abarcadas pela regulamentação anterior deverão seguir as novas regras, como sociedades de crédito ao microempreendedor e à empresa de pequeno porte, sociedades de empréstimos entre pessoas, sociedades de crédito direto e administradoras de consórcios.

De acordo com o BC, mesmo as instituições que não eram alcançadas pela regulamentação anterior já poderiam definir uma política de remuneração antes da nova regra.

No entanto, com a entrada em vigor das resoluções “a política de remuneração dessas instituições deve seguir os critérios previstos na regulamentação, a qual, além de prever critérios objetivos a serem observados caso a instituição realize pagamento à título de remuneração variável, atribui competências e responsabilidades claras dentro da estrutura da instituição”.

A resolução também traz regras específicas para cooperativas de crédito e determina, por exemplo, que a política implementada não deve incentivar a geração de “sobras”. As sobras são o resultado positivo da cooperativa posteriormente distribuído entre os cooperados.

Beatriz Locoselli, advogada da área de M&A e direito societário do VBSO Advogados, afirmou que a ampliação do escopo dos normativos é positiva para a solidez e estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN). “É importante sempre visar que os administradores não podem tomar riscos excessivos para auferir uma remuneração imediata ou em um curto prazo. Tudo tem que ser sempre pensando nos objetivos de longo prazo da instituição financeira e do sistema financeiro como um todo”, disse.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) avalia que todo aperfeiçoamento visando mais segurança e estabilidade é bem-vindo para o mercado. “Nesse sentido, a extensão de regras de remuneração de administradores para outras entidades integrantes do sistema financeiro e de pagamento é positiva”.

O Banco Central definiu também as diretrizes para remuneração dos administradores das áreas de controle interno, de gestão de riscos, dos responsáveis por atividades de conformidade e membros de auditoria interna. Segundo a resolução, a remuneração deve ser adequada para atrair profissionais “qualificados e experientes” e determinada de forma independente da área de negócios “de forma a não gerar conflitos de interesse”.

Na resolução, o regulador do mercado detalhou as regras que ditam quais instituições deverão constituir um comitê de remuneração, que já era previsto na regulamentação anterior. A função do colegiado é propor a política de remuneração de administradores, supervisionar a implementação e revisar anualmente a política.

De acordo com a resolução, o comitê deverá ser constituído caso a instituição seja uma companhia aberta, seja líder de conglomerado prudencial no Segmento 1, Segmento 2 ou Segmento 3 ou atenda a critérios para enquadramento nesses três segmentos. Esses segmentos englobam as empresas reguladas pelo BC de maior porte, como grandes bancos, conglomerados, cooperativas e instituições de pagamento.

Outra das novidades da regulamentação é a definição de que a política de remuneração deve ter critérios transparentes e não ser discriminatória. O objetivo é evitar discriminação por “sexo, orientação sexual, identidade de gênero, etnia, raça, cor, idade ou religião, entre outras”.

Para Locoselli, do VBSO Advogados, a determinação está alinhada aos movimentos de mercado de temática ESG (ambiental, social e de governança na sigla em inglês). “Isso realmente é uma novidade e está muito em linha com as modificações que têm sido implementadas na própria regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de outros reguladores buscando o fortalecimento dessas práticas ESG nas companhias”


Fonte: Valor

ANTERIOR

Blockchain no Cooperativismo: O que é e como pode beneficiar sua cooperativa – Fernando Lucindo é membro da Comissão de Blockchain

PRÓXIMA

Programa da Natura firma parceria com cooperativa e recicla 58 toneladas de resíduos

MundoCoop

MundoCoop

Informação e inspiração para o cooperativismo.

Relacionado Posts

Colapso do Banco Master: lições para o sistema financeiro e alertas para cooperativas
DESTAQUES

Colapso do Banco Master: lições para o sistema financeiro e alertas para cooperativas

8 de janeiro de 2026
Cooperativismo assume Presidência do Conselho de Administração da Open Finance
DESTAQUES

Cooperativismo assume Presidência do Conselho de Administração da Open Finance

7 de janeiro de 2026
Do propósito aos resultados: a trajetória de excelência do Sicoob Credicom
DESTAQUES

Do propósito aos resultados: a trajetória de excelência do Sicoob Credicom

6 de janeiro de 2026
Banco Central e CMN autorizam nova modalidade digital para transferência de operações de crédito.
DESTAQUES

BC e CMN autorizam nova modalidade digital para transferência de operações de crédito

5 de janeiro de 2026
Perspectivas 2026: as projeções para a economia brasileira
DESTAQUES

Perspectivas 2026: as projeções para a economia brasileira

31 de dezembro de 2025
2025: Ano Internacional das Cooperativas reforça protagonismo e reconhecimento do setor
DESTAQUES

2025: Ano Internacional das Cooperativas reforça protagonismo e reconhecimento do setor

29 de dezembro de 2025

NEWSLETTER MUNDOCOOP

* Preenchimento obrigatório

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

José Luiz Tejon, Especialista em Agronegócio e Membro Editorial da Revista MundoCoop
DESTAQUES DA REVISTA

Cooperar é preciso, viver não é preciso

8 de janeiro de 2026
Cooperativa arrecada recursos para entidades com projeto de troco solidário
SOCIAL

Cooperativa arrecada recursos para entidades com projeto de troco solidário

8 de janeiro de 2026
Cooperativas financeiras ampliam distribuição de Juros ao Capital aos cooperados
ECONOMIA & FINANÇAS

Cooperativas financeiras ampliam distribuição de Juros ao Capital aos cooperados

8 de janeiro de 2026
LinkedIn Instagram Facebook Youtube

FALE COM A MUNDOCOOP

MundoCoop - O Portal de Notícias do Cooperativismo

ANUNCIE: [email protected]
TEL: (11) 99187-7208
•
ENVIE SUA PAUTA:
[email protected]
•
ENVIE SEU CURRÍCULO:
[email protected]
•

EDIÇÃO DIGITAL

CLIQUE E ACESSE A EDIÇÃO 127

BAIXE NOSSO APP

NAVEGUE

  • Home
  • Quem Somos
  • Revistas
  • biblioteca
  • EVENTOS
  • newsletter
  • Anuncie

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Revista MundoCoop
  • Biblioteca
  • Newsletter
  • Quem Somos
  • Eventos
  • Anuncie

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite o nosso Política de Privacidade e Cookies.