• POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
MundoCoop - Informação e Cooperativismo
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
Sem resultado
Ver todos os resultados
MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Reflexiones desde Eilac: Uma visão do cooperativismo na América Latina – Alexandre Garcia, Deivid Forgiarini e Pedro Büttenbender; Doutores e pesquisadores no cooperativismo

MundoCoop POR MundoCoop
14 de outubro de 2024
ARTIGO
Alexandre Garcia, Deivid Forgiarini e Pedro Büttenbender; Doutores e pesquisadores no cooperativismo

Alexandre Garcia, Deivid Forgiarini e Pedro Büttenbender; Doutores e pesquisadores no cooperativismo

CompartilheCompartilheCompartilheCompartilhe

Ao lado de estudiosos, líderes e profissionais cooperativistas de países como Argentina, Uruguai, Chile, México, Nicarágua, Porto Rico e Brasil, participamos no início de setembro, no Uruguai, do Encontro de Pesquisadores do Cooperativismo da América Latina (Eilac). A abertura foi realizada por Graciela Fernández, presidenta da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) Américas, que destacou a importância do movimento cooperativista na construção de sociedades mais justas e sustentáveis.

O evento teve palestras, apresentações de estudos e eventos culturais que enriqueceram o intercâmbio de experiências e ideias, discutindo o presente e o futuro do cooperativismo. Entre os muitos temas debatidos, apresentamos cinco percepções que se destacaram como especialmente relevantes para o cooperativismo brasileiro:

1. A força do cooperativismo habitacional no Uruguai

No Uruguai, o cooperativismo habitacional é uma peça estratégica para enfrentar o déficit habitacional. O país possui políticas governamentais que promovem ativamente o cooperativismo de “vivendas”, tornando-o um pilar central na solução de problemas sociais. No Brasil, embora haja cerca de 280 cooperativas habitacionais, o tema ainda não tem a mesma relevância que no país vizinho. Isso aponta para uma oportunidade de aprendizado e evolução, já que o setor habitacional no Brasil tem um grande potencial de expansão.

2. A dicotomia ‘Produtor’ e ‘Comprador’ no cooperativismo global

Enquanto o cooperativismo na América Latina e em outras partes do mundo tende a se organizar em torno das perspectivas de “produtores” ou “compradores”, no Brasil, o movimento cooperativista está estruturado em sete ramos específicos. Embora essa divisão funcione bem no contexto brasileiro, é interessante observar como uma abordagem mais simplificada, como a adotada internacionalmente, pode facilitar a integração e a colaboração entre diferentes tipos de cooperativas.

3. O desafio da sistematização no Uruguai

O Uruguai está desenvolvendo um modelo de gestão cooperativista inspirado no Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), com foco em melhorar a eficiência e a governança das cooperativas. Esse modelo, se bem implementado, pode servir como referência para outros países latino-americanos, inclusive o Brasil, onde o aprimoramento da gestão cooperativa também é uma necessidade crescente.

4. Diferenças entre o cooperativismo brasileiro e latino-americano

Ao analisar o cooperativismo brasileiro em relação ao latino-americano, nota-se que o Brasil se destaca pelo tamanho e pela pujança de suas cooperativas. O movimento cooperativista brasileiro cresceu significativamente, mas, em contrapartida, o cooperativismo em outros países da América Latina parece mais desenvolvido em termos de compromisso social. Enquanto o Brasil foca no crescimento econômico, as cooperativas latino-americanas têm uma abordagem mais voltada para o impacto social.

5. O desafio do cooperativismo brasileiro: resgatar sua essência

A última percepção aponta para um desafio importante: o cooperativismo brasileiro precisa usar sua força e tamanho para resgatar a essência da identidade cooperativa. O movimento cooperativista existe, fundamentalmente, para melhorar a vida dos cooperados, e esse princípio precisa ser sempre mantido no centro das ações das cooperativas. O crescimento econômico é vital, mas não deve ofuscar o compromisso social, que é a base do cooperativismo.

As reflexões do Eilac deixam claro que o cooperativismo na América Latina é diverso e tem muito a ensinar ao Brasil. Ao mesmo tempo, o Brasil, com sua força e abrangência, tem muito a contribuir para o fortalecimento do movimento cooperativista em todo o continente.


*Alexandre Garcia, Deivid Forgiarini e Pedro Büttenbender; Doutores e pesquisadores no cooperativismo

ANTERIOR

Cooperativa financeira vence Prêmio Diversidade em Prática com o curso “Mulher Empreendedora”

PRÓXIMA

Cooperativismo brasileiro participará de painel de Finanças Verdes na COP 29

MundoCoop

MundoCoop

Informação e inspiração para o cooperativismo.

Relacionado Posts

Maysse Paes Honorato é Head de comunicação da Unicred União
ARTIGO

Cooperativa não vive de discurso. Vive de coerência – Maysse Paes Honorato é Head de comunicação da Unicred União

13 de março de 2026
Carmo Spies é Presidente da Sicredi Planalto Central
ARTIGO

O valor de decidir juntos: a força do associado no período assemblear – Carmo Spies é Presidente da Sicredi Planalto Central

11 de março de 2026
Eduardo Trevisan é diretor de ESG e Certificações do Imaflora
ARTIGO

Sustentabilidade é passaporte para o agro brasileiro nos mercados da UE – Eduardo Trevisan é diretor de ESG e Certificações do Imaflora

10 de março de 2026
enio site
ARTIGO

Do enredo cinematográfico para a realidade: como o cooperativismo impulsiona a felicidade – Ênio Meinen é Diretor de coordenação sistêmica, sustentabilidade e relações institucionais do Sicoob

9 de março de 2026
Carmem Lilian é advogada do escritório Bosquê & Grieco
ARTIGO

Mulheres ainda enfrentam desigualdade estrutural no mercado de trabalho – Carmem Lilian é advogada do escritório Bosquê & Grieco

9 de março de 2026
Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo e Luana Rodrigues é referência em Melasma Integrativo
ARTIGO

Empreendedorismo feminino impulsiona transformação econômica no Brasil – Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo e Luana Rodrigues é referência em Melasma Integrativo

7 de março de 2026

NEWSLETTER MUNDOCOOP

* Preenchimento obrigatório

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cooperativa Floryá recebe ação educativa contra a violência doméstica
SOCIAL

Cooperativa Floryá recebe ação educativa contra a violência doméstica

14 de março de 2026
Estudantes do Mestrado em Gestão de Cooperativas conhecem o cooperativismo italiano
ACONTECE NO SETOR

Estudantes do Mestrado em Gestão de Cooperativas conhecem o cooperativismo italiano

14 de março de 2026
Força feminina no campo tem participação do cooperativismo mineiro
AGRONEGÓCIO

Força feminina no campo tem participação do cooperativismo mineiro

14 de março de 2026
LinkedIn Instagram Facebook Youtube

FALE COM A MUNDOCOOP

MundoCoop - Informação e Cooperativismo

ANUNCIE: [email protected]
TEL: (11) 99187-7208
•
ENVIE SUA PAUTA:
[email protected]

EDIÇÃO DIGITAL

CLIQUE E ACESSE A EDIÇÃO 128

BAIXE NOSSO APP

NAVEGUE

  • HOME
  • QUEM SOMOS
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSOCOOP
  • EVENTOS
  • NEWSLETTER
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSO COOP
  • NEWSLETTER
  • QUEM SOMOS
  • EVENTOS
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite o nosso Política de Privacidade e Cookies.