• POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
MundoCoop - Informação e Cooperativismo
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
Sem resultado
Ver todos os resultados
MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Mudança na fiscalização agropecuária pode ser benéfica ao consumidor? – Guilherme de Castro Souza é sócio do escritório Oliveira Souza Advogados

MundoCoop POR MundoCoop
9 de abril de 2023
ARTIGO
Guilherme de Castro Souza é sócio do escritório Oliveira Souza Advogados

Guilherme de Castro Souza é sócio do escritório Oliveira Souza Advogados

CompartilheCompartilheCompartilheCompartilhe

No contexto da busca por maior segurança e eficiência em toda a cadeia produtiva da agropecuária, tivemos no fim do ano passado o sancionamento da Lei do Autocontrole (Lei 14.515/22), que busca modernizar a defesa agropecuária brasileira. Apesar de ainda carecer de regulamentação e de suscitar muita desinformação, é possível dizer que ela trará benefícios tanto à cadeia produtiva, quanto ao Estado e ao consumidor.

Hoje existem, pelo menos, 18 cadeias produtivas sob o guarda-chuva da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (MAPA), e sabemos que o Estado é limitado em sua capacidade de controle, tanto em termos de pessoal quanto em sua capacidade financeira. Sobretudo se considerarmos o aumento exponencial da produção brasileira nas últimas décadas, sem contar as proporções continentais do nosso país.

Por isso, considero a lei muito relevante. Apesar de o autocontrole existir há décadas no Brasil e no mundo, não era algo sistematizado e harmônico internamente. Portanto, com a Lei 14.515/22, o autocontrole passa a abarcar todos os setores da defesa agropecuária e reforça – com a imperatividade legal e a devida regulamentação – a efetiva e necessária modernização do sistema como um todo.

Em certa medida importando o modus operandi da Receita Federal, a ideia é que a agroindústria promova o fornecimento ativo de informações e dados. Algumas cadeias produtivas já estão mais avançadas, como a da proteína animal e dos fertilizantes. Para além das cadeias produtivas, também é de se considerar o tamanho de cada empresa, no sentido de que grandes organizações tendem a ter o setor de qualidade e de compliance mais maduros.

Portanto, com os controles sistematizados e auditáveis de toda a cadeia produtiva, desde a compra dos insumos mais básicos, como ração ou maravalha, até a inspeção final do produto a ser vendido, o esperado é que o MAPA consiga exercer a sua função fiscalizatória com mais eficiência, calibrando certeiramente onde, quando e em que medida deve estar o foco da auditoria, da fiscalização ostensiva, do poder de polícia.

Pela nova lei, a agroindústria passa a ter mais responsabilidade no seu processo produtivo. E o MAPA assume o papel que, institucionalmente, lhe cabe: ‘regulamentação, implementação e execução de diversos sistemas de controle que têm por objetivo gerar garantias de que a segurança sanitária e fitossanitária é adequada, conforme os riscos identificados tanto para os consumidores quanto para os setores produtivos’. Nem mais, nem menos, mas com efetividade e, como não poderia deixar de ser falado, com o auxílio de tecnologia para tanto.

Assim, com o prazo em curso para regulamentação, são essenciais a participação e os esforços públicos e privados nesse processo. Também é importante serem observadas as especificidades de cada setor, bem como os aspectos regulatórios técnicos e jurídicos, com o fim de harmonização com a lei e com o que couber do ordenamento até então existente. Isso para que a modernização da defesa agropecuária seja implementada da melhor forma, potencializando a atuação do Estado, a capacidade produtiva da agroindústria nacional, a transparência, a qualidade e a segurança ao consumidor final dos produtos nacionais – brasileiro ou não.


*Guilherme de Castro Souza é sócio do escritório Oliveira Souza Advogados

Tags: advogadosagropecuáriaartigobenéficacastroconsumidor?é sócioescritóriofiscalizaçãoguilhermemudançaoliveirapodesersouzaw
ANTERIOR

Seguradora ALM realiza novo sorteio de Capitalização

PRÓXIMA

Atividades marcam a abertura do ano em cooperativas escolares

MundoCoop

MundoCoop

Informação e inspiração para o cooperativismo.

Relacionado Posts

Jean Carlo Bob é Diretor Comercial da Diebold Nixdorf no Brasil
ARTIGO

Movimentos que vão orientar o varejo em 2026 – Jean Carlo Bob é Diretor Comercial da Diebold Nixdorf no Brasil

8 de fevereiro de 2026
Márcio Port é Presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste
ARTIGO

Pertencimento: o verdadeiro capital de 2026 – Márcio Port é Presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste

6 de fevereiro de 2026
João Clark é Superintendente Executivo de Marketing do Sicredi
ARTIGO

Marcas relevantes não falam sozinhas: elas dialogam com a sociedade – João Clark é Superintendente Executivo de Marketing do Sicredi

4 de fevereiro de 2026
Robson Leite é  Fundador da UPINSIDE 
ARTIGO

Tendências e inovações que podem redefinir o marketing digital e a gestão de agências em 2026 – Robson Leite é  Fundador da UPINSIDE 

2 de fevereiro de 2026
André Nunes é Economista-Chefe do Sicredi
ARTIGO

Copom mantém a Selic em 15%, mas é explícito quanto ao início do ciclo de cortes. A discussão passa a ser o ritmo. – André Nunes é Economista-Chefe do Sicredi

30 de janeiro de 2026
João Spenthof é Presidente da Central Sicredi Centro Norte
ARTIGO

Qual o maior impacto positivo que uma Cooperativa de Crédito pode gerar? – João Spenthof é Presidente da Central Sicredi Centro Norte 

29 de janeiro de 2026

Discussão sobre post

NEWSLETTER MUNDOCOOP

* Preenchimento obrigatório

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

OCEMG
ACONTECE NO SETOR

Sistema Ocemg promove missão técnica internacional sobre inovação social

10 de fevereiro de 2026
Cooperativismo debate limites institucionais diante de regimes autoritários
INTERNACIONAL

Cooperativismo debate limites institucionais diante de regimes autoritários

9 de fevereiro de 2026
BNDES já aprovou R$ 7,2 bi para produtores rurais impactados por eventos climáticos
AGRONEGÓCIO

BNDES já aprovou R$ 7,2 bi para produtores rurais impactados por eventos climáticos

9 de fevereiro de 2026
LinkedIn Instagram Facebook Youtube

FALE COM A MUNDOCOOP

MundoCoop - Informação e Cooperativismo

ANUNCIE: [email protected]
TEL: (11) 99187-7208
•
ENVIE SUA PAUTA:
[email protected]

EDIÇÃO DIGITAL

CLIQUE E ACESSE A EDIÇÃO 127

BAIXE NOSSO APP

NAVEGUE

  • HOME
  • QUEM SOMOS
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSOCOOP
  • EVENTOS
  • NEWSLETTER
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSO COOP
  • NEWSLETTER
  • QUEM SOMOS
  • EVENTOS
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite o nosso Política de Privacidade e Cookies.