• POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
MundoCoop - Informação e Cooperativismo
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
Sem resultado
Ver todos os resultados
MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Gestão de riscos através do modelo de 3 linhas e o cooperativismo de crédito – Liliane Chitolina é Assessora de Controles Internos na Central Sicredi Sul Sudeste

MundoCoop POR MundoCoop
6 de julho de 2023
ARTIGO
Liliane Chitolina é Assessora de Controles Internos na Central Sicredi Sul Sudeste

Liliane Chitolina é Assessora de Controles Internos na Central Sicredi Sul Sudeste

CompartilheCompartilheCompartilheCompartilhe

O modelo de 3 linhas do IIA é uma excelente ferramenta de apoio e organização da gestão de riscos, distribuindo os papéis e responsabilidades de cada função dentro da instituição. Ela reforça o papel da alta direção na tomada de decisão e em seu papel de fazer as conexões entre todas as linhas para que os objetivos sejam atingidos e os negócios sustentáveis. 

 Modelo das Três Linhas do The IIA, 2020. (20200758glob-th-editorHTML-00000013-20072020131817.pdf (iiabrasil.org.br)

 A gestão de riscos no cooperativismo é um tema pouco difundido, mas que cada vez mais precisa estar em foco uma vez que pode garantir a perenidade dos negócios, não só no cooperativismo de crédito, mas também em outros ramos como as cooperativas de produção, de trabalho, de saúde, e etc. 

 Quando nos referimos a implementação de modelos padronizados em sistemas cooperativos de crédito, que é o foco desta abordagem, a tendência é de que a implementação se torne um pouco mais complexa, em virtude de que a distribuição das linhas se dá em vários níveis.

No cooperativismo de crédito, o sistema cooperativo de três níveis é uma estrutura organizacional comum em muitas cooperativas. É uma forma de organização em que a cooperativa é dividida em três níveis: a cooperativa singular (primeiro nível), a cooperativa central (segundo nível) e a confederação (terceiro nível). O sistema cooperativo de três níveis possibilita que as cooperativas tenham acesso a serviços padronizados e, também contribui para fortalecer a representatividade política das cooperativas como um todo. Ele também promove a solidariedade e a cooperação entre as cooperativas, permitindo que elas trabalhem juntas para alcançar objetivos comuns.

 Mas, voltando a aplicação do modelo de 3 linhas, vou trazer uma abordagem de aplicação do modelo do IIA, no 1º nível, cooperativas singulares de crédito. 

 Quando falamos riscos na primeira linha, que até pouco tempo atrás se chamava de “primeira linha de defesa”, são todas aquelas pessoas que atuam em atividades diretamente ou indiretamente relacionadas com a operacionalização dos negócios e com os clientes e cooperados, seja nas rotinas do dia a dia ou, nas atividades de sustentação de negócios.

Não raramente, surge a dúvida e (de forma muito transparente) o “conflito” em que funções relacionadas à negócios devem fazer negócios e não investir tempo em outras atividades que “não geram resultados financeiros”. Aí está a primeira oportunidade de esclarecer e adequar o entendimento que se tem. Negócios e riscos não são temas distintos, somente existem riscos porque existem negócios!

Vou trazer um exemplo: 

Colaboradores/ funcionários de agências ou unidades de atendimento não tem uma atividade operacional “separada” no dia a dia por serem responsáveis por fazer gestão de riscos. O gerenciamento de riscos acontece na execução das atividades, operacionalizando os processos (que já contém controles inseridos, mas são chamados de rotinas), além disso, o gerenciamento de riscos neste nível operacional ocorre quando o colaborador conhece e segue os normativos e demais mecanismos de controles implementados com o apoio da 2ª linha, como por exemplo: segregação de função, check-lists, verificações de segurança, validação de documentos de identificação etc.

O pulo do gato aqui é fazer com que este público, inicialmente, conheça os processos, entenda quais das suas atividades são controles, e porque o fazem, (pois se tem controle tem história) e tomem consciência, reconheçam que em meio as negociações eles são responsáveis por garantir que nada sairá errado, comprometendo o objetivo do processo e da negociação como um todo. É só isso! Pois sim, o foco deste público é fazer negócios, atender a necessidade do seu cliente/ associado/ cooperado. Mas, também é fazer gestão de riscos e garantir a perenidade do negócio, não só gerando receitas, mas atuando de forma preventiva, mitigando riscos e evitando perdas financeiras.


*Liliane Chitolina é Assessora de Controles Internos na Central Sicredi Sul Sudeste

Tags: artigocentralcooperativismomodelosicredisul
ANTERIOR

Geração Propósito: o impacto das cooperativas no mercado é tema do novo Papo Coop!

PRÓXIMA

Instituição financeira cooperativa chega à marca de 7 milhões de associados

MundoCoop

MundoCoop

Informação e inspiração para o cooperativismo.

Relacionado Posts

Tais Di Giorno é Jornalista e Fundadora da Sálvia Soluções
ARTIGO

Sem evidência na NR-01: sua cooperativa aguenta a fiscalização? – Tais Di Giorno é Jornalista e Fundadora da Sálvia Soluções

19 de março de 2026
Luiz Rossi é Head de Serviços da Selbetti
ARTIGO

Após a vigência das novas regras do BC, o sistema financeiro opera sob uma nova lógica de risco – Luiz Rossi é Head de Serviços da Selbetti

17 de março de 2026
Paulo Nied é especialista em direito cooperativo e empresarial do escritório Assis Gonçalves, Nied e Follador Advogados
ARTIGO

Compliance se torna essencial diante do crescimento das cooperativas – Paulo Nied é especialista em direito cooperativo e empresarial do escritório Assis Gonçalves, Nied e Follador Advogados

16 de março de 2026
Jenifer Sousa é coordenadora de RH da Coopercompany
ARTIGO

O cooperativismo como laboratório de liderança e habilidades humanas – Jenifer Sousa é coordenadora de RH da Coopercompany

15 de março de 2026
Maysse Paes Honorato é Head de comunicação da Unicred União
ARTIGO

Cooperativa não vive de discurso. Vive de coerência – Maysse Paes Honorato é Head de comunicação da Unicred União

13 de março de 2026
Carmo Spies é Presidente da Sicredi Planalto Central
ARTIGO

O valor de decidir juntos: a força do associado no período assemblear – Carmo Spies é Presidente da Sicredi Planalto Central

11 de março de 2026

Discussão sobre post

NEWSLETTER MUNDOCOOP

* Preenchimento obrigatório

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Marcelo Cestari, diretor executivo da Viacredi / Reprodução Viacredi
CONTEÚDO DE MARCA

Viacredi tem resultado de R$ 627,7 milhões em 2025

19 de março de 2026
Tais Di Giorno é Jornalista e Fundadora da Sálvia Soluções
ARTIGO

Sem evidência na NR-01: sua cooperativa aguenta a fiscalização? – Tais Di Giorno é Jornalista e Fundadora da Sálvia Soluções

19 de março de 2026
Cocari nomeia embaixadores da cultura para ampliar engajamento de colaboradores
GESTÃO & NEGÓCIOS

Cocari nomeia embaixadores da cultura para ampliar engajamento de colaboradores

19 de março de 2026
LinkedIn Instagram Facebook Youtube

FALE COM A MUNDOCOOP

MundoCoop - Informação e Cooperativismo

ANUNCIE: [email protected]
TEL: (11) 99187-7208
•
ENVIE SUA PAUTA:
[email protected]

EDIÇÃO DIGITAL

CLIQUE E ACESSE A EDIÇÃO 128

BAIXE NOSSO APP

NAVEGUE

  • HOME
  • QUEM SOMOS
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSOCOOP
  • EVENTOS
  • NEWSLETTER
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSO COOP
  • NEWSLETTER
  • QUEM SOMOS
  • EVENTOS
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite o nosso Política de Privacidade e Cookies.