• POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
MundoCoop - Informação e Cooperativismo
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
Sem resultado
Ver todos os resultados
MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Empreendedorismo feminino impulsiona transformação econômica no Brasil – Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo e Luana Rodrigues é referência em Melasma Integrativo

Mundo Coop POR Mundo Coop
7 de março de 2026
ARTIGO
Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo e Luana Rodrigues é referência em Melasma Integrativo

Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo e Luana Rodrigues é referência em Melasma Integrativo

CompartilheCompartilheCompartilheCompartilhe

O avanço do empreendedorismo feminino tem se consolidado como um dos motores mais relevantes de transformação econômica no Brasil. Dados do Sebrae de 2025 apontam que apontam que mais de 10 milhões de empreendedores são mulheres,  um crescimento de 33% nos últimos 10 anos. Em setores intensivos em serviço e relacionamento, como beleza, bem-estar e cuidados pessoais, mulheres lideram milhares de negócios que movimentam economias locais, geram empregos e sustentam um crescimento mais distribuído e consistente. Dados do IBGE mostram que serviços voltados à beleza e bem-estar estão entre as principais ocupações dos microempreendedores individuais, com forte predominância feminina, evidenciando o protagonismo das mulheres na base da economia.

O movimento não se limita à abertura de novos negócios. Ele está diretamente associado à inovação na forma de se relacionar com o cliente, à construção de vínculos de longo prazo e à geração de renda recorrente. Negócios liderados por mulheres tendem a se estruturar a partir da proximidade com o consumidor e da fidelização, criando modelos sustentáveis e resilientes, menos dependentes de crescimento acelerado e mais baseados em consistência. Em muitos casos, o empreendedorismo surge como ferramenta concreta de transformação de vida, abrindo caminhos para autonomia financeira, liberdade de escolha e construção de projetos com propósito. Em trajetórias marcadas por poucos recursos e muitas responsabilidades, empreender se torna também uma forma de conquistar independência e ampliar horizontes, transformando esforço em crescimento real ao longo do tempo.

Essa transformação se reflete não apenas na trajetória individual das empreendedoras, mas também no impacto coletivo que seus negócios geram. À medida que se estruturam, ampliam oportunidades de formação profissional, geração de renda e desenvolvimento de novos serviços. Negócios bem-sucedidos passam a formar equipes, capacitar outras mulheres, estruturar métodos próprios e movimentar cadeias inteiras de fornecedores e parceiros, criando um ecossistema de crescimento que vai muito além do faturamento.

Desafios estruturais ainda presentes

Apesar do impacto positivo, existem desafios estruturais que limitam o avanço das empreendedoras. Muitas mulheres lideram negócios sólidos, com agenda cheia e base fiel de clientes, mas enfrentam dificuldades para acessar crédito, investir em tecnologia e profissionalizar a gestão no ritmo desejado. A sobrecarga também é um fator relevante. Além da liderança do negócio, grande parte delas acumula responsabilidades pessoais e familiares, o que reduz o tempo disponível para planejamento e decisões estratégicas. É claro que isso não compromete a capacidade empreendedora, mas pode desacelerar o crescimento.

Outro desafio recorrente está na construção de credibilidade e no acesso a oportunidades. Em muitos contextos, mulheres ainda precisam comprovar resultados de forma constante para conquistar reconhecimento e espaço no mercado. Esse processo exige consistência, posicionamento claro e capacidade de sustentar entregas de qualidade ao longo do tempo, especialmente em ambientes competitivos e historicamente desiguais.

O fortalecimento do empreendedorismo feminino passa pela criação de condições mais equilibradas de desenvolvimento, capazes de transformar bons negócios em operações mais estruturadas e sustentáveis. A tecnologia e a Inteligência Artificial, por exemplo, ajudam a organizar a rotina, ganhar eficiência e tomar decisões com mais segurança. O crédito viabiliza investimentos em estrutura, equipe e inovação. Já a capacitação amplia a autonomia e a visão estratégica, permitindo escolhas mais informadas. Quando esses recursos estão acessíveis e conectados à realidade dos negócios, deixam de ser barreiras e passam a funcionar como alavancas de crescimento.

Profissionalização da gestão e uso de dados

No processo de expansão, os desafios de gestão se tornam ainda mais evidentes. Em muitos casos, o crescimento ocorre primeiro na operação, com aumento de clientes e de demanda, antes de procedimentos e controles estarem totalmente estruturados. Sem processos claros, a centralização de decisões e a dificuldade de delegar limitam a escala, mesmo quando existe potencial para crescer. Também pesa a falta de tempo para olhar o negócio de forma estratégica, já que a rotina operacional consome energia e dificulta o planejamento de longo prazo.

A experiência prática mostra que excelência técnica, sozinha, não sustenta crescimento. A técnica sustenta o atendimento, mas a gestão sustenta o negócio. Estruturar processos, definir posicionamento, organizar a precificação e formar equipe são etapas fundamentais para transformar um trabalho individual em um modelo escalável e consistente. Quando a gestão entra em cena, o crescimento deixa de depender exclusivamente da presença da empreendedora e passa a ocorrer com mais previsibilidade.

Nesse contexto, a tecnologia aplicada à gestão de desempenho se torna uma aliada importante para a profissionalização. Indicadores como agenda, faturamento, taxa de retorno e ocupação ajudam a transformar a rotina em informação clara para o planejamento. Com dados organizados, fica mais fácil identificar gargalos, ajustar preços, melhorar a experiência do cliente e estruturar equipes com mais eficiência. Na prática, a tecnologia reduz esforço operacional, amplia a clareza sobre o negócio e libera tempo para decisões estratégicas, permitindo que empreendimentos liderados por mulheres cresçam com mais consistência e sustentabilidade.

Esse crescimento tende a ser ainda mais sólido quando prioriza qualidade e reputação, e não apenas volume. Escalar com responsabilidade, preservando a excelência do atendimento e a confiança construída ao longo do tempo, tem se mostrado um grande diferencial competitivo.

Um movimento que segue em expansão

Tendências recentes indicam que a atuação feminina seguirá como força de transformação econômica no país. O crescimento de negócios liderados por mulheres em serviços, bem-estar e economia local aponta para um modelo de desenvolvimento mais distribuído e próximo do consumidor. A criação de métodos próprios, a formação de novas profissionais e a construção de redes de apoio têm ampliado o alcance dessas iniciativas e gerado oportunidades que não existiriam sem esses empreendimentos.

A adoção crescente de tecnologia para profissionalizar a gestão e aumentar a previsibilidade reforça a sustentabilidade dessas empresas. Ao mesmo tempo, redes de apoio, troca de conhecimento e formação prática têm acelerado a maturidade empreendedora e o impacto econômico. Esses movimentos apontam para um futuro em que a atuação feminina amplia não apenas o número de negócios, mas a qualidade, a longevidade e o impacto deles na economia.

Para mulheres que desejam empreender, a recomendação é clara: talento é apenas o ponto de partida. Não se deve confundir talento com negócio. Técnica sustenta o atendimento, mas gestão, posicionamento e visão estratégica sustentam o crescimento. Empreender é assumir o papel de líder desde o início, construir autoridade com consistência e fazer escolhas alinhadas ao longo prazo. Negócios sólidos nascem da soma entre propósito, disciplina e decisões bem estruturadas.


Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo, plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas, e Luana Rodrigues é biomédica, referência em Melasma Integrativo no Brasil 

Luana Rodrigues é biomédica e referência em Melasma Integrativo no Brasil

ANTERIOR

Alagoas conquista destaque nacional em capacitações para cooperativas

PRÓXIMA

Empréstimo consignado privado avança entre trabalhadores do setor privado

Mundo Coop

Mundo Coop

Relacionado Posts

O Desafio da Relevância e a Força da Cooperação - César Saut é Vice-presidente da FEDERASUL – Federação das Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul
ARTIGO

O Desafio da Relevância e a Força da Cooperação – César Saut é Vice-presidente da FEDERASUL – Federação das Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul

6 de março de 2026
Marcelo Pimenta é head de agronegócio da Serasa Experian
ARTIGO

Crédito rural: nova regra transforma análise de dados em responsabilidade para instituições financeiras – Marcelo Pimenta é head de agronegócio da Serasa Experian

5 de março de 2026
Clara Cecchini é especialista em aprendizagem e inovação
ARTIGO

O descompasso entre investir em IA e ter resultados – Clara Cecchini é especialista em aprendizagem e inovação

4 de março de 2026
Luis Cláudio Silva é Sócio-Fundador da MundoCoop
ARTIGO

Gestor de cooperativa, você está estudando o comportamento do novo futuro cooperado? – Luis Cláudio Silva é Sócio-Fundador da MundoCoop

2 de março de 2026
Luana Nandorf é gerente de Agência do Sicredi Aliança RS/SC/ES 
ARTIGO

Cooperativismo como propulsor de conhecimento – Luana Nandorf é gerente de Agência do Sicredi Aliança RS/SC/ES 

26 de fevereiro de 2026
Inon Neves é vice-presidente da Access
ARTIGO

Democratização de dados: equilíbrio delicado entre autonomia e risco – Inon Neves é vice-presidente da Access

24 de fevereiro de 2026

NEWSLETTER MUNDOCOOP

* Preenchimento obrigatório

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cooperativas de crédito da Irlanda destinam € 8 milhões a projetos comunitários
INTERNACIONAL

Cooperativas de crédito da Irlanda destinam € 8 milhões a projetos comunitários

7 de março de 2026
Empréstimo consignado privado avança entre trabalhadores do setor privado
ECONOMIA & FINANÇAS

Empréstimo consignado privado avança entre trabalhadores do setor privado

7 de março de 2026
Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo e Luana Rodrigues é referência em Melasma Integrativo
ARTIGO

Empreendedorismo feminino impulsiona transformação econômica no Brasil – Nathalia Haubert é coordenadora de marketing da Gendo e Luana Rodrigues é referência em Melasma Integrativo

7 de março de 2026
LinkedIn Instagram Facebook Youtube

FALE COM A MUNDOCOOP

MundoCoop - Informação e Cooperativismo

ANUNCIE: [email protected]
TEL: (11) 99187-7208
•
ENVIE SUA PAUTA:
[email protected]

EDIÇÃO DIGITAL

CLIQUE E ACESSE A EDIÇÃO 128

BAIXE NOSSO APP

NAVEGUE

  • HOME
  • QUEM SOMOS
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSOCOOP
  • EVENTOS
  • NEWSLETTER
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSO COOP
  • NEWSLETTER
  • QUEM SOMOS
  • EVENTOS
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite o nosso Política de Privacidade e Cookies.