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MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Mulheres se destacam em cenário cafeeiro paranaense

MundoCoop POR MundoCoop
27 de maio de 2023
AGRONEGÓCIO
Mulheres se destacam em cenário cafeeiro paranaense

Mulheres se destacam em cenário cafeeiro paranaense

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O Paraná é rico em cultura e histórias. Desde sua fundação, vários personagens fizeram desta uma maravilhosa região para morar e crescer.

Situado no Sul do Brasil e agraciado com uma terra boa para o cultivo de café, o Estado é um dos que mais produz o grão, sendo a grande maioria na região do Norte Pioneiro do Paraná.

Conheça um pouco da história cafeeira dessa região e descubra as mulheres do café paranaense.

A Terra Rossa

Lá na testa do Estado do Paraná, na região nordeste, é onde encontramos o Norte Pioneiro. Ele ganhou esse nome depois que os paulistas começaram a colonizar o Paraná por meio dos movimentos que desbravaram o Brasil, chamados de “Entradas e Bandeiras”.

O Estado é conhecido também como “terra roxa”, nome que surgiu por causa de imigrantes italianos, que vieram ao Brasil para trabalhar em lavouras de café. Eles chamavam a terra de “rossa”, que significa “vermelha”, em italiano. No entanto, a palavra foi sendo entendida como “roxa”, e o nome acabou pegando também entre os brasileiros.

A alta produtividade da terra “rossa” foi o motivo da maior migração interna já ocorrida no Brasil. Entre as décadas de 30 e 50, o Norte Pioneiro se tornou morada para povos de outros Estados e até do exterior.

Desbancando a erva-mate, a produção de café no Paraná se tornou a principal economia do Estado. O seu auge ocorreu na década de 70, quando Londrina, a maior cidade da região, se tornou o maior polo produtor de café no mundo.

No entanto, foi nessa mesma década que a maior fatalidade da cultura cafeeira aconteceu. Uma terrível geada dizimou o plantio de café no Paraná, causando o êxodo de aproximadamente 2,6 milhões de pessoas do Estado.

Após essa grande mudança, poucas famílias se arriscaram a continuar produzindo café. Investir em qualidade, foi a única maneira de obter lucro e sobreviver dessa cultura.

Nos últimos anos, cidades como Jacarezinho, Rio Claro, Japira e Tomazina passaram a se destacar em concursos nacionais de cafés de qualidade.

Foi num bairro da cidade de Tomazina, o chamado Matão, que nós encontramos um ponto de resistência do café paranaense. Lideradas por mulheres, mais de 20 famílias cooperam entre si durante a safra, na colheita e até na comercialização de seus cafés.

É um cooperativismo familiar, de amizade e de parentesco. Afinal, em bairros mais afastados todo mundo acaba se tornando parente, não é mesmo?

Conhecendo as mulheres do café do Paraná

A visita a Tomazina foi bem diferente. Aconteceu por um convite surreal da Maristela, a rainha do cafezal do Matão. No entanto, além de provarmos seus cafés, tínhamos o objetivo de preparar, torrar e provar mais de 50 amostras de diferentes lotes de todos os produtores da região.

Não era só a compra que interessava, mas também para ajudar a fornecer um laudo e auxiliar na comercialização dos cafés nas cooperativas e exportadoras da região.

Foram dois dias de trabalho intenso. Todos os cafés foram provados e avaliados, fizemos uma média e escolhemos todos que ficaram acima dela, uma peneira de altíssima qualidade.

Escolhemos 18 lotes de produtoras diferentes, todos eles com o sabor do terroir da região: floral, delicado e com doçura, lembrando balas de caramelo.

Também escolhemos mais dois lotes que ficaram muito acima da média, com notas frutadas e intensidade de sabor, para compor nossa seleção de cafés incríveis da safra 20/21.

O café das mulheres do Paraná

O café mais que especial, o das mulheres do Paraná, possui todo o esforço e o suor feminino para ser uma das bebidas mais saborosas e de qualidade que você já experimentou.

É realizado todo um cuidado na hora da colheita, realizada por elas mesmas, para entregar um produto de altíssimo padrão.

Plantado no Norte do Paraná, a uma altitude de 800 metros acima do nível do mar, o café Mulheres do Paraná é feito pelo processo cereja descascada e possui notas de sabor de flores brancas e caramelo. Possui acidez equilibrada e corpo médio. Uma festa para o paladar.

São 100 anos de história do café no Paraná, agora muito bem contada pelo mulherio do Matão. São elas que movem a força da bebida mais brasileira do mundo. Prove o Café das Mulheres e conheça o pretão do Paraná.


Fonte: G1

Tags: agronegÓciocafeeirocenáriodestacammulheresparanaense
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