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MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Mercado de flores cresce e prevê receita até 8% maior no ano

MundoCoop POR MundoCoop
28 de agosto de 2023
ECONOMIA & FINANÇAS
Mercado de flores cresce e prevê receita até 8% maior no ano

Mercado de flores cresce e prevê receita até 8% maior no ano

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A Veiling Holambra, uma das maiores cooperativas de flores e plantas do País, prevê fechar o ano com crescimento de 8% na receita e vendas até 4% acima do total de 339 milhões de unidades de 2022. A cooperativa não informa o faturamento de 2022, mas na pandemia superou R$ 1 bilhão. Com mais pessoas em casa, o consumo de flores disparou, e também o interesse dos supermercados. O hábito não mudou no pós-pandemia. “As redes entenderam a importância de ter o produto. Isso já era forte na Europa e nos EUA, e no Brasil vem crescendo”, diz Thamara D’Angieri, gerente de Marketing e Produto. Outros fatores de impulso são a reinvenção das floriculturas, agregando cafeterias e a realização de festas adiadas na pandemia.

Aporte em distribuição deve continuar

A Veiling está investindo até R$ 30 milhões na sede, em Holambra (SP), e no Centro de Distribuição em Uberlândia (MG). A cidade mineira deve ter abastecimento mais frequente, de até cinco vezes na semana, no fim de 2023. A cooperativa estuda novo CD para 2024 ou 2025.

A Veiling prevê retomar vendas externas em dois anos. “EUA e Europa são mercados promissores, mas há procura de Argentina e Chile”, diz Thamara. Do lado dos insumos, a maior parte das mudas vem de Holanda, Ásia e Chile. “Nos testes no Brasil, de sete a oito anos, se consolida uma ou duas variedades a cada dez”, diz ela.

Produtores que usam o Broto, plataforma do Banco do Brasil de comércio online de insumos agrícolas, máquinas e serviços, têm agora a opção de pagar compras com grãos via tokens (criptoativo atrelado a grãos produzidos pelo agricultor). Nesta segunda-feira, o BB anuncia parceria com a argentina Agrotoken durante a Expointer, em Esteio (RS). A empresa foi a primeira a criar tokens fungíveis (de valor idêntico) ligados a grãos. Até então, as opções no Broto eram financiamentos ou Cédulas de Produto Rural.

Braza Bank, banco de câmbio do grupo Braza, começa a marcar território no agronegócio. Nesta semana, se apresenta como um dos patrocinadores do maior congresso de fertilizantes do País, o da Associação Nacional para Difusão de Adubos, em São Paulo, conta Heber Cardoso, o CEO. Ele, que já passou por empresas como StoneX e HedgePoint, acredita que o total transacionado pelo banco, de US$ 20 bilhões em 2022, pode dobrar puxado por agro, energia e máquinas.

Horizonte

Em 2022, o setor movimentou US$ 1 bilhão em transações do Braza Bank. “Se pensarmos nas importações e exportações do agro, esse US$ 1 bilhão deve aumentar de 15 a 20 vezes em dois anos”, afirma. Dado o tamanho do mercado de câmbio no País, de US$ 3,2 trilhões (2022), Cardoso diz que “há espaço para todos”. O banco deve focar em produtores e empresas de médio porte, com câmbio e gestão de riscos. Tecnologia própria e bases em outros países reduzem burocracia e custos para esse público, explica o executivo.

Com a safra recorde de soja colhida este ano no Brasil, o Bureau Veritas, empresa de teste, inspeção e certificação de commodities, atingiu volume histórico de cargas inspecionadas. O grupo chancelou a qualidade de mais da metade do volume exportado pelo Brasil, que de janeiro a maio foi de 51 milhões de toneladas. A empresa classifica o grão a ser exportado nos armazéns e inspeciona sua qualidade nos terminais portuários. Além de soja, certifica milho, algodão e açúcar.

Cobrado a ajudar o setor leiteiro, o governo buscará junto às entidades do setor uma radiografia da situação regional da cadeia. O Executivo quer levantar medidas locais de socorro aos produtores. “Há regiões em que o preço pago ao produtor está abaixo do mínimo, em outras, não. É preciso um olhar mais local”, diz uma fonte. Os Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário estão envolvidos na questão.

Cooperativas pedem ajuda para renegociar dívidas

Após a terceira frustração de safra seguida, cooperativas do Rio Grande do Sul pedem ajuda ao governo para repactuar pagamentos atrasados por produtores. Os débitos ultrapassam R$ 3 bilhões. A Farsul estima que cerca de 35% do financiamento dos agricultores do Estado venha das cooperativas. O pleito é por linhas especiais de crédito junto ao BNDES.


Fonte: Estadão

Tags: anoatécrescemercado
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