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O imperativo da liderança inclusiva – José Marcos é diretor de Human Capital na Deloitte

MundoCoop POR MundoCoop
11 de setembro de 2022
ARTIGO
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Pense nesses números: 2025, 2030 ou 2035. Provavelmente sua imaginação levará a um cenário futuro. Parece até mesmo possível fazer projeções imaginando como poderão ser esses anos, mas quando se trata de pensar sobre diferentes formas de liderança, entramos em um looping.

De fato, o mundo passa e ainda passará por grandes transformações, e isso demandará adaptação de quem exerce funções de liderança. Muitas delas serão guiadas pelo conceito ESG, que diz respeito a como as empresas abordam temas relacionados aos princípios ambientais, sociais e de governança. 

Dentro do pilar social, o S de ESG, é preciso considerar a força de trabalho, com novas formas de atuação e gestão.

Os aspectos centrais da liderança, como orientar e motivar pessoas são atemporais, porém vemos surgir uma nova habilidade que é fundamental, a liderança inclusiva. Ela apresenta uma nova forma de gerir equipes, indo além das ferramentas e estruturas tradicionais. Isso significa entender como o aspecto da inclusão é experienciada pelas pessoas, além de encontrar melhores formas de mensurá-lo. Mais especificamente, as pessoas se sentem incluídas quando têm o sentimento de serem tratadas de forma justa, com suas singularidades respeitadas, e quando possuem voz ativa na tomada de decisões.

Ao longo de anos estudando o tema, as equipes de Capital Humano da Deloitte identificaram seis traços que caracterizam uma mentalidade e um comportamento inclusivos: Comprometimento, coragem, conhecimento de seus vieses, curiosidade, inteligência cultural e colaboração.

Juntos, esses seis traços trazem capacidades importantes para lidar com a diversidade. A incorporação dessas características possibilita à liderança ter operações eficientes em diferentes mercados, uma melhor conexão com diversos clientes, o acesso a uma gama mais variada de ideias, além de apoiar pessoas diferentes que componham uma força de trabalho a alcançarem seu potencial de forma mais assertiva.

Esses seis traços não fazem apenas parte de uma lista aspiracional sem significado prático. São características bastantes tangíveis e que precisam ser desenvolvidas para impulsionar a força de trabalho das organizações.

Traço 1: Comprometimento

A liderança altamente inclusiva é comprometida com a diversidade e inclusão porque esse aspecto está alinhado aos seus valores pessoais, e porque acredita na sua importância para os negócios. Ser inclusivo no atual cenário é um grande desafio. Demanda tempo e energia – duas das mais preciosas commodities de um líder.

Traço 2: Coragem

Líderes altamente inclusivos se manifestam e desafiam o status quo, sendo também sinceros em relação aos seus próprios pontos fortes e fracos. A coragem para realizar esse movimento é um comportamento fundamental da liderança inclusiva, e se apresenta em três níveis: perante outras pessoas, perante o sistema e perante a si mesmos.

Traço 3: Conhecimento dos vieses

Vieses são o calcanhar de Aquiles, que podem provocar decisões injustas e irracionais. Líderes inclusivos estão cientes de que os vieses podem estreitar seus campos de visão e impedir que tomem decisões objetivas. É preciso conhecer os pontos cegos da organização, bem como os seus próprios, para garantir uma atitude justa.

Traço 4: Curiosidade

Líderes altamente inclusivos têm a mente aberta, desejam entender como as outras pessoas veem e vivem o mundo, e possuem alta tolerância a ambiguidades. Qual atributo central os CEOs devem ter para obter sucesso no futuro? “Eu apostaria em curiosidade”, afirma Michael Dell, presidente e diretor executivo da Dell, em uma entrevista de 2015.

Líderes inclusivos aceitam suas próprias limitações e anseiam pela contribuição dos outros para completar o panorama. Esse desejo de aprendizado constante ajuda a impulsionar os atributos associados à curiosidade – mente aberta, investigação e empatia.

Traço 5: Inteligência cultural

Líderes altamente inclusivos são confiantes e eficientes em interações com outras culturas. A capacidade de se sair bem em diferentes contextos culturais vai além de ter um mapa mental das diferentes características de cada cultura.

Embora a compreensão das semelhanças e diferenças culturais seja importante, é preciso reconhecer como sua própria cultura impacta em sua visão de mundo, assim como os estereótipos, influenciando até nas expectativas em relação a outras pessoas.

Traço 6: Colaboração

Líderes altamente inclusivos capacitam os indivíduos ao mesmo tempo em que moldam e elevam o pensamento de diversos grupos. Colaboração tem a ver com indivíduos trabalhando juntos, apoiando-se nas ideias uns dos outros para produzir coisas novas ou resolver problemas complexos.

A organização que deseja ter um ambiente realmente inclusivo precisa destacar essa nova forma de liderança como um pilar fundamental da estratégia de diversidade e inclusão.

É necessário identificar pontos de melhoria individuais e organizacionais com o objetivo de criar planos de desenvolvimento para executivos e executivas – investindo em treinamentos, capacitação e um sistema de feedbacks assertivos durante esse processo.

De forma mais ampla, é preciso entender e definir como os princípios mais amplos de diversidade e inclusão se encaixam na estratégia de inovação e nos processos da organização.

Diversidade de mercados, clientes, ideias e talentos são aspectos cruciais do ambiente de negócios atual, e do futuro. Quando líderes possuírem clareza em relação ao que significa dotar um ambiente inclusivo, estarão no caminho rumo ao sucesso.


Por José Marcos, diretor de Human Capital na Deloitte

Fonte: Deloitte

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