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Cibersegurança, cloud e IA em 2025: o que podemos esperar? – André Nadjarian é VP de Estratégia e Inovação da Engine

MundoCoop POR MundoCoop
2 de fevereiro de 2025
ARTIGO
André Nadjarian é VP de Estratégia e Inovação da Engine

André Nadjarian é VP de Estratégia e Inovação da Engine

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O que podemos esperar no setor de tecnologia em 2025? Certamente, essa é uma pergunta que vem sendo feita por líderes e gestores. Afinal, considerando os desdobramentos de 2024, é natural que sejam criadas expectativas sobre o que virá pela frente. Quanto a isso, podemos afirmar que a tríade: cibersegurança, cloud computing e Inteligência Artificial, continuarão como fortes tendências.

Não é novidade que a transformação digital nas organizações vem avançando em larga escala. Ao mesmo tempo que isso é um excelente sinal, também traz à tona a importância de as empresas buscarem se adaptar o quanto antes, tendo em vista a velocidade dos acontecimentos.

Sendo assim, se, por um lado, temos a IA como uma grande aliada em favorecer o ganho de agilidade, confiabilidade e automação nas atividades, por outro, também é ressaltada a necessidade de um maior investimento em proteção. Até porque, novas ameaças surgem a todo instante, o que, na prática, torna a aplicação da cibersegurança uma atividade mais complexa e, ao mesmo tempo, estratégica para os próximos anos.

Como prova disso, segundo o Gartner, acredita-se que, até 2026, as organizações que combinarem o uso da Inteligência Artificial generativa com uma arquitetura baseada em plataformas integradas em programas de comportamento e cultura de segurança, poderão ter 40% menos incidentes que, em sua maioria, são causados pela mão de obra humana.

Nesse contexto, um velho e conhecido recurso também ganha protagonismo: o cloud computing. Embora diversas organizações, atualmente, já utilizem a nuvem no seu dia a dia, ainda assim, muitas estão no estágio inicial do seu uso. Isso ocorre, principalmente, devido ao fato dessa ferramenta continuar sendo vista apenas como infraestrutura de data center – quando, na verdade, é muito mais do que essa classificação. Não à toa, analistas da Gartner acreditam que, até 2029, as empresas terão essa tecnologia como uma necessidade nas operações.

Com base nessas projeções, o que podemos esperar do setor de TI em 2025 é a combinação da Inteligência Artificial com outras tecnologias. Essa junção da ferramenta com outros recursos é o que possibilitará a criação e desenvolvimento de serviços personalizados, sob demanda e, sobretudo, com segurança.

Se formos analisar, na prática, a união entre essas três frentes, trata-se de algo estratégico. Até porque, diferente do que muitos acreditam devido à falta de informação, a IA não substituirá pessoas e, para garantir sua máxima eficiência, é imprescindível abastecê-la com dados e informações. Esses registros podem ser armazenados e extraídos diretamente da nuvem, cuja operação é protegida pelos mecanismos de cibersegurança.

É importante destacar que, no universo do setor de TI, uma ferramenta não anula a outra, mas se complementa. Deste modo, a grande missão das organizações neste ano não será apenas integrar o uso da IA nas operações, mas garantir o seu uso em concordância com outros recursos que favoreçam o seu desempenho.

Embora sejam três tecnologias com propósitos diferentes, alguns softwares de gestão já as possuem integradas, o que favorece para um maior controle e gestão. No entanto, é imprescindível que, antes de adotar qualquer ferramenta ou dar um passo rumo à digitalização, as empresas precisem realizar uma autoanálise e identificar quais aspectos devem ser melhorados. Sem dúvidas, essa é uma tarefa árdua, mas com o apoio de uma consultoria especializada nessas tecnologias, a missão se torna mais fácil.

Estamos diante de um novo ano, cujas projeções apontam para uma continuidade do que vimos até aqui. Esse é o momento de as empresas remanejarem suas estratégias em busca do melhor resultado. Nessa jornada, a IA será uma boa aliada, mas, quando combinada com recursos de cibersegurança e nuvem, se tornará ainda mais avassaladora. Afinal, se um já é bom, três pode ser ainda melhor.


*André Nadjarian é VP de estratégia e inovação da Engine

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