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MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Evento discute tendências e perspectivas para o agronegócio no Brasil

MundoCoop POR MundoCoop
25 de agosto de 2022
AGRONEGÓCIO
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Aconteceu ontem (24), a primeira edição do AgroBrasil. Evento realizado pela Senior Sistemas para trazer os temas mais atuais e relevantes que unem tecnologia e agronegócio brasileiro.  

Totalmente online e gratuito, o AgroBrasil 2022 contou com o especialista e CEO da MPrado Consultoria Empresarial, Marcelo Prado, em sua abertura trazendo o panorama do agro atual. Em sua fala, Marcelo abordou o importante crescimento do setor nos últimos e destacou os gargalos do agro brasileiro. Entre eles, a comunicação, essencial para que a visão a respeito do setor não seja mais uma visão equivocada. “Uma das carências que temos no agro é a comunicação com o público urbano e com os influencers digitais”. Ainda, ele pontuou a necessidade de integração entre cadeias e um planejamento global de um agro que é muito grande e diverso.  

Iniciando as palestras do dia, a CEO e Fundadora do AgroMulher, Vanessa Sabioni, trouxe para o palco a discussão sobre “Liderança feminina, gestão e sustentabilidade.  

Formada por produtoras, empreendedoras, estudantes e acadêmicas, as mulheres do agro foram o destaque da apresentação. Luciana reforçou os números que comprovam que a atuação feminina no campo é crescente e cada vez mais necessária, desde a cadeia produtiva até a gestão dos negócios. Atualmente, quase 1 milhão de mulheres são responsáveis pela gestão de propriedades rurais, por exemplo. Além disso, 8% do PIB do agro é gerado e gerido pelas mulheres. 

Durante a interação com o público, Luciana evidenciou alguns tópicos, como o cooperativismo. Ela reforça que a cooperativa é um ambiente que já está implementando e avançado no ESG e é onde as mulheres têm um espaço ainda mais importante no pilar social, o que impacta, consequentemente, na gestão e liderança das mesmas. “As cooperativas podem e vão ter grandes cases de liderança feminina se deixarem que isso aconteça”, pontua.  

Logo após, o Head Comercial da Comfrio, José Miralha, falou sobre “Os armazéns como diferencial competitivo na logística do agronegócio”, tema indispensável para o agro. Em sua fala, Miralha destaca que questões como quem atender, como atender, onde atender e quem são os parceiros devem ser levadas em consideração na escolha do armazém e atuação logística do negócio rural.  

A seguir, reunindo a Head de Produtos da Sênior, Graciele Lima, o presidente da Aprosoja Paraná, Eduardo Costa Cassiano, e o CEO da AproSoja Brasil, Fabrício Rosa, o painel “Produtividade: Brasil alimentando o mundo” debateu a realidade de mudanças que o agro vem passando nos últimos anos.  

O destaque foi para a necessidade de tornar o agro tão grande e potente nacionalmente quanto é internacionalmente. As questões de “dentro e fora da porteira” foram citadas como fatores que devem estar alinhados para que a nova era do agro seja ainda mais revolucionária e transformadora. Nesse cenário, tecnologia, gestão, inovações e, principalmente, pessoas devem estar entre as prioridades do setor.  

“Antes falavam que se quiser estudar tem que sair do campo. Hoje, para ficar no campo é preciso estudar” – Fabrício Rosa, CEO da AproSoja. 

Finalizando a primeira parte do AgroBrasil 2022, a CMO da Nutren, Cintia Leitão, trouxe para o debate a “Configuração do modelo de atendimento ao agricultor no Brasil: variáveis e tendências”.  

Abordando o consumo do varejo agrícola, Cintia destacou o fato de que está ocorrendo uma “infodemia” de agro, ou seja, um volume de ofertas de produtos e serviços cada vez mais intenso, o que torna cada vez mais difícil para o produtor tomar decisões perante um mercado tão volátil.  

Em sua fala, Cintia explicou que o agro vive um movimento de tomada de decisão, onde é preciso que exista uma confiança entre o produtor e o ofertante. Nesse cenário, a aproximação e o relacionamento entre organizações e produtor se torna indispensável para atender a nova demanda desse público rural, que é a de ser tratado de uma forma diferente, mais individualizado.  

Ainda, empresas e cooperativas enfrentam um grande desafio. O de ligar o dia a dia do campo e das fazendas com o que está acontecendo de mais inovador e tecnológico no mundo globalizado. Auxiliar o produtor a enfrentar a dualidade de querer a tecnologia, mas ainda ser analógico é urgente e essencial. Isso é o que afetará a produtividade, resultado e o futuro do agro. “Aprendemos que é necessário se reinventar quando falamos em agro”, finaliza.  

Iniciando os trabalhos do período da tarde, o painel “Gestão de Pessoas: retenção e captação diante da escassez de talentos” recebeu Alisson Lima, Diretor de Recursos Humanos da Sinagro e Simone Rohrig, Gerente de DHO da Cotrijal. Para Simone, precisamos hoje do que ela chama de RH transformacional, focado em pessoas. “O grande desafio atual é reposicionar os negócios, e capacitar pessoal no ritmo acelerado das transformações vistas no mercado”, afirmou, indicando como pontos de atenção a escassez de profissionais qualificados e a falta de acesso à tecnologia em alguns locais como barreiras a serem atravessadas. Alisson Lima salientou a importância de incluir todos os meios da gestão no contexto da empresa, criando um ecossistema de pessoas que estão preparadas para ajudar o produtor. 

Fábio Luiz Consoni, Supervisor de Tratos Culturais da Usina São Manoel, destacou em “Inteligência Artificial e Agronegócio: Uma relação de muita fertilidade”, algumas das tecnologias que transformaram a relação do produtor com a terra, dando destaque para o uso da inteligência no campo, a construção de planos de colheita, uso de drones e ferramentas de recomendação de solo e controle de pragas. 

Continuando as palestras, Luciana Martins, Diretora na Mprado, trouxe reflexões sobre a pluralidade criada pela junção de diferentes gerações no mercado de trabalho. Para Martins, olhar para o contexto atual de outros modos é a chave para a construção de uma relação. “É preciso ser versátil para estabelecer relações mais duradouras, que irão permear as diferentes gerações que hoje convivem no mercado de trabalho”, afirmou. Neste novo momento, há a necessidade de entender o cliente e o colaborador, entendendo que as novas relações são criadas por uma sociedade mais fluída e rápida, que acompanha tendências que surgem a todo momento. Para finalizar, ela destacou a segmentação do atendimento como um ponto de atenção, de forma a aproximar o produtor e entender suas necessidades. 

Em “Transformação Digital no Agro: comunicação e acesso aos produtores e profissionais do setor”, Paulo Ozaki – fundador do podcast AgroResenha – trouxe um panorama sobre as novas formas de comunicação que surgiram no mercado. Para Ozaki, o crescimento de canais voltados ao setor é um movimento em resposta ao crescente interesse dos próprios produtores pela informação, uma vez que existem novas oportunidades para todos os envolvidos na cadeia. 

Para finalizar o evento, Mariana Caetano, Executiva da Santos Lab, falou ao público sobre “O que esperar da agricultura 5.0?”. Durante sua palestra, que encerros as atividades do Senior Agro, ela colocou a robótica como uma das tendências do campo, em um momento onde o agronegócio passa por uma transformação. “A agricultura 5.0 é uma estratégia onde os produtores devem pensar em um agro sustentável que visa a segurança alimentar, com menor impacto”, destacou. Hoje o produtor está pronto para o novo, disposto a adotar novos processos que os coloquem não apenas como referência em produção, mas também em sustentabilidade. Caetano finalizou chamando a atenção para a necessidade de ações que valorizem o trabalho do produtor, criando atitudes que levem toda a cadeia em direção à sociedade 5.0. 


Por Redação MundoCoop

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