• POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
MundoCoop - Informação e Cooperativismo
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
  • ECONOMIA & FINANÇAS
  • DESTAQUES
  • AGRONEGÓCIO
  • GESTÃO & NEGÓCIOS
  • ACONTECE NO SETOR
  • SOCIAL
  • INTERNACIONAL
  • ENTREVISTA
Sem resultado
Ver todos os resultados
MundoCoop - Informação e Cooperativismo

Cooperativas agropecuárias gaúchas debatem cenário para o trigo

Analista de Safras e Mercado falou sobre o mercado interno e externo para o cereal e as possibilidades para o produto gaúcho

MundoCoop POR MundoCoop
10 de fevereiro de 2023
AGRONEGÓCIO
img 1 13

img 1 13

CompartilheCompartilheCompartilheCompartilhe

Depois de uma safra recorde de trigo no Rio Grande do Sul, é hora de olhar o mercado para a próxima temporada. A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) reuniu dirigentes de forma virtual para falar sobre os cenários para o cereal. O convidado para falar sobre o assunto foi o analista de Safras e Mercado, Élcio Bento.

Segundo o especialista, neste início de fevereiro o mercado de trigo está lento. Ele salientou que os moinhos estão abastecidos e na defensiva. “Eles sabem que tem uma safra recorde no Rio Grande do Sul, que os preços para exportação a partir do mês de janeiro, com a queda do dólar, travou a exportação e que o iminente ingresso da safra de verão pode trazer necessidade de venda para produtores que precisam abrir espaços em seus armazéns”, destacou.

Na outra ponta, conforme o analista, os produtores estão voltados para a safra de verão e não têm o interesse de vender o produto aos atuais patamares de preços neste momento. Bento reforçou também que houve quebra de qualidade no trigo do Paraná, o que deve abrir as fronteiras interestaduais para as negociações do cereal, além da baixa disponibilidade na Argentina, que também vem sofrendo com os efeitos climáticos. “Essa ausência argentina em grande parte das compras aqui no Brasil é que vai abrir espaço para a comercialização”, observou.

Sobre o cenário internacional, Bento reforçou, citando dados de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que a oferta já está definida. “O que está se definindo e pode ter alguma alteração no relatório de fevereiro, é que podemos ter mudança no Hemisfério Sul, pois o pessoal lá para cima já terminou a colheita em setembro. E agora o pessoal que terminou em janeiro é que ainda pode ter algum balanceamento, de ajuste fino nessa produção. O que pode mudar é a questão da demanda, como alguma coisa nas exportações dos Estados Unidos que têm muito pouco trigo”, frisou, acrescentando que os norte-americanos vivem uma situação complicada na safra de inverno devido ao excesso de frio e isso deve determinar as cotações do cereal daqui para frente.

Sobre a situação da guerra entre Rússia e Ucrânia, o analista lembrou que o plantio da safra nos dois países já estava definido quando o conflito iniciou. “Tivemos tombos de produção na Ucrânia, na Argentina e na Índia. Na Ucrânia sabemos os motivos de  uma quebra de 12 milhões de toneladas. Foi a dificuldade de manejo que fez com que tivesse essa quebra e agora a safra está sendo plantada com o país invadido”, avaliou, acrescentando que o mercado já precificou o fator guerra.

Em compensação, na outra ponta, a Rússia aumentou em 16 milhões de toneladas e vindo para o mercado com preços competitivos. “O preço na Rússia no FOB Mar Negro estava despencando. Toda essa incerteza que se tinha sobre o abastecimento da Rússia no pós-guerra estamos vendo que não se consolidou. Não se tem sanções em cima do trigo, um alimento básico para a população”, avaliou.

Sobre a Argentina, Bento explicou que a perspectiva era de uma colheita de 20 milhões de toneladas, mas o país vizinho colherá apenas 11 milhões de toneladas do cereal. “No ano passado a Argentina vendeu 90% de todo o trigo que o Brasil comprou. Essa fraqueza da Argentina no mercado de exportação vai trazer a necessidade de o Brasil buscar mais trigo em outras origens, em especial da Rússia que neste ano comercial já é o segundo maior vendedor de trigo”, afirmou.

No cenário brasileiro, o analista de Safras e Mercado destacou que o Rio Grande do Sul se salvou dos problemas climáticos que atingiram outros Estados do Sul. Com isso, o Estado pode se tornar fornecedor do cereal para mercados internos que não tiveram o mesmo potencial dos gaúchos. “É um ano que temos bastante excedente e teremos que colocar no mercado internacional. Só que boa parte deste excedente do trigo de boa qualidade foi prejudicado no Paraná, que vai precisar comprar muito de fora. Comprar da Argentina está caro, trazer da Rússia é longe. Então esta fronteira do Rio Grande do Sul pode se abrir de forma interestadual. O que prejudica é o frete que já está alto e com a colheita da safra de verão deve ficar mais caro, e a questão do ICMS alto que também trava”, complementou.


Fonte: FecoAgro/RS

ANTERIOR

Smart Agro é projeto inédito que vai transformar o agro brasileiro

PRÓXIMA

Setor de saúde suplementar registra maior número de beneficiários desde dezembro de 2014

MundoCoop

MundoCoop

Informação e inspiração para o cooperativismo.

Relacionado Posts

Cooperativas de crédito reforçam proximidade com produtores diante de juros altos
AGRONEGÓCIO

Cooperativas de crédito reforçam proximidade com produtores diante de juros altos

13 de fevereiro de 2026
Crédito rural em ciclo de cautela leva cooperativas a reforçar proximidade com produtores
AGRONEGÓCIO

Crédito rural em ciclo de cautela leva cooperativas a reforçar proximidade com produtores

13 de fevereiro de 2026
Conab projeta safra recorde de 353,4 milhões de toneladas em 2025/26
AGRONEGÓCIO

Conab projeta safra recorde de 353,4 milhões de toneladas em 2025/26

12 de fevereiro de 2026
Feira da Agricultura Familiar aproxima cooperativas e consumidores em Goiânia
AGRONEGÓCIO

Feira da Agricultura Familiar aproxima cooperativas e consumidores em Goiânia

11 de fevereiro de 2026
Cooperativa Aurora amplia investimentos e destina R$ 1,1 bilhão à expansão em 2026
AGRONEGÓCIO

Cooperativa Aurora amplia investimentos e destina R$ 1,1 bilhão à expansão em 2026

11 de fevereiro de 2026
Sistema Ocepar coordena proposta conjunta do Paraná para o Plano Safra 2026/2027
AGRONEGÓCIO

Sistema Ocepar coordena proposta conjunta do Paraná para o Plano Safra 2026/2027

10 de fevereiro de 2026

Discussão sobre post

NEWSLETTER MUNDOCOOP

* Preenchimento obrigatório

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Sistema OCB/GO impulsiona transformação digital em cooperativas de pequeno porte
SOCIAL

Sistema OCB/GO impulsiona transformação digital em cooperativas de pequeno porte

14 de fevereiro de 2026
Alexandre Pierro é Alexandre Pierro é mestre em gestão e engenharia da inovação
ARTIGO

Startup: como investir de forma assertiva? – Alexandre Pierro é Alexandre Pierro é mestre em gestão e engenharia da inovação

14 de fevereiro de 2026
Charles Gide: a história de um dos maiores pensadores do coop mundial
DESTAQUES

Charles Gide: a história de um dos maiores pensadores do coop mundial

14 de fevereiro de 2026
LinkedIn Instagram Facebook Youtube

FALE COM A MUNDOCOOP

MundoCoop - Informação e Cooperativismo

ANUNCIE: [email protected]
TEL: (11) 99187-7208
•
ENVIE SUA PAUTA:
[email protected]

EDIÇÃO DIGITAL

CLIQUE E ACESSE A EDIÇÃO 127

BAIXE NOSSO APP

NAVEGUE

  • HOME
  • QUEM SOMOS
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSOCOOP
  • EVENTOS
  • NEWSLETTER
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • REVISTA MUNDOCOOP
  • UNIVERSO COOP
  • NEWSLETTER
  • QUEM SOMOS
  • EVENTOS
  • MÍDIA KIT

1999 - 2025 - © MUNDOCOOP. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite o nosso Política de Privacidade e Cookies.