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WCUC 2026 | O Brasil no centro do debate global do cooperativismo de crédito

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Entre os dias 19 e 22 de julho, a cidade australiana de Sydney recebeu a World Credit Union Conference (WCUC), o principal encontro internacional do cooperativismo de crédito. Promovido pelo World Council of Credit Unions (WOCCU), o evento reuniu mais de 2.400 profissionais de cooperativas financeiras vindos de 39 países, conforme dados divulgados pela própria entidade organizadora. Sob o tema “Um movimento, muitas vozes”, a conferência abriu espaço para discutir os desafios que atravessam fronteiras e moldam o futuro do setor.

Ao longo dos quatro dias, temas como segurança cibernética, inteligência artificial, geopolítica, moedas digitais e inclusão financeira dominaram os painéis e as conversas.

Se a programação em Sydney trouxe um panorama global do cooperativismo financeiro, também reservou destaque especial à experiência brasileira. O país, um dos que mais cresce no segmento em todo o mundo, marcou presença por meio de delegações do Sicoob, do Sicredi, da Cresol e do Sistema OCB, que juntas reforçaram o protagonismo nacional em um dos fóruns mais relevantes do setor.

MundoCoop lança e-book inédito sobre avanços e desafios do cooperativismo brasileiro

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O cooperativismo brasileiro chegou a 29 milhões de cooperados em 2025. O dado apresentado no AnuárioCoop 2026, publicado pelo Sistema OCB, registrou uma alta de 3,2 milhões no número de cooperados em relação a ano anterior e R$ 1,6 trilhão em ativos. Os números ajudam a dimensionar esse crescimento, mas também abrem novas perguntas sobre os caminhos do setor.

E é a partir dessa perspectiva que a MundoCoop apresenta “O Brasil que Coopera”, e-book especial que utiliza os indicadores do AnuárioCoop 2026 como ponto de partida para uma leitura sobre o presente e o futuro do cooperativismo.

A proposta da publicação é avançar além da fotografia estatística para interpretar o que mudou, quais desafios acompanham essa expansão e o que pode definir os próximos anos do movimento. A análise percorre os diferentes ramos e observa os impactos econômicos e sociais desse avanço. Os dados apresentados pelo Sistema OCB também permitem analisar questões relacionadas ao trabalho, à participação e ao capital humano, enquanto a leitura editorial da MundoCoop amplia o debate para temas como proximidade com o cooperado, profissionalização, governança, comunicação e renovação das lideranças.

PAPO COOP: O desafio das cooperativas para transformar valor em escolha

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Como fazer com que o valor gerado pelas cooperativas seja reconhecido também por quem está do outro lado da relação de consumo? Esse é o ponto de partida do novo episódio do Papo Coop, que recebe Filipe Pires, fundador e diretor da EXECOOP, instituição de educação e formação para o cooperativismo, para uma conversa direta sobre comunicação de valor, marca e narrativa no cooperativismo.

Com o tema “Dados não emocionam, histórias convertem: o desafio das cooperativas na hora da compra”, o episódio discute uma questão cada vez mais estratégica para o movimento: mesmo com resultados sólidos, governança estruturada e impacto social, muitas cooperativas ainda têm dificuldade para ocupar um espaço relevante na memória do consumidor. 

“Muitas cooperativas são excelentes por dentro, mas quase invisíveis para quem decide a compra”, afirma. Na avaliação do especialista, a comunicação precisa ir além da divulgação pontual de ações e resultados, construindo uma presença constante capaz de gerar memória e reconhecimento de marca.

O novo episódio do Papo Coop já está disponível. Acompanhe a conversa completa e descubra como transformar dados, propósito e impacto em histórias capazes de gerar reconhecimento e fortalecer a presença das cooperativas no mercado.

O que Silicon Valley e Bangalore ensinam ao cooperativismo brasileiro sobre IA

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A corrida global pela inteligência artificial está redefinindo mercados, modelos de negócio e a forma como empresas se relacionam com seus clientes. Enquanto polos tecnológicos como Silicon Valley, nos Estados Unidos, e Bangalore, na Índia, consolidam-se como referências na construção do futuro digital, o Brasil busca seu espaço em um cenário cada vez mais competitivo.

A partir de experiências recentes nos dois principais ecossistemas de inovação do mundo, executivos e especialistas identificaram movimentos que ajudam a compreender para onde caminha a IA e quais oportunidades podem ser aproveitadas pelo mercado brasileiro e por suas cooperativas.

O movimento observado em ecossistemas líderes mostra que o futuro da inteligência artificial dependerá menos de quem possui os algoritmos mais sofisticados e mais de quem consegue aplicá-los para resolver problemas concretos. Para o Brasil, a oportunidade está justamente em transformar conhecimento local, criatividade e capacidade de adaptação em soluções capazes de competir globalmente.

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