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BC confirma sinalização de corte de juros em março, mas não dá pistas sobre tamanho do ciclo

Banco Central manteve a taxa básica de juros da economia em 15% ao ano na semana passada

MundoCoop POR MundoCoop
3 de fevereiro de 2026
ECONOMIA & FINANÇAS
BC confirma sinalização de corte de juros em março, mas não dá pistas sobre tamanho do ciclo

BC confirma sinalização de corte de juros em março, mas não dá pistas sobre tamanho do ciclo

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O Banco Central (BC) explicou que julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de redução da taxa de juros em sua próxima reunião, em março, após a análise de um “amplo conjunto de informações, incluindo a dinâmica recente da inflação e os sinais mais claros de transmissão da política monetária (a alta taxa de juros para a inflação), considerando suas defasagens”.

A informação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia foi mantida estável em 15% ao ano pela quinta vez seguida para conter as pressões inflacionárias.

Na última semana, o BC já antecipou que, em se confirmando o cenário esperado, irá iniciar a flexibilização da política monetária (corte da taxa de juros) em sua próxima reunião, marcada para o mês de março, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.

Nesta terça-feira (3), por meio da ata do Copom, a autoridade monetária, porém, não deu indicação de qual será o tamanho do ciclo de redução da taxa Selic.

“Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta, dentro do horizonte relevante para a política monetária, o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de distensão monetária serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises, permitindo uma avaliação mais precisa”, informou o BC, na ata do Copom.

O Banco Central citou, porém, o “contexto atual” de um ambiente de “melhora do cenário inflacionário corrente e expectativas de inflação “menos distantes da meta”, que proporciona maiores evidências sobre a transmissão da política monetária [alta dos juros para conter a inflação]”.

A projeção dos economistas do mercado financeiro é de que a taxa Selic comece a recuar justamente no mês de março deste ano, conforme indicado pelo BC, quando cairia para 14,5% ao ano. Para o fim de 2026, a aposta do mercado é de que os juros serão reduzidos para 12,25% ao ano.

Como o Banco Central atua?

Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

  • Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
  • Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.
  • Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
  • Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
  • Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.
  • Na semana passada, os economistas do mercado financeiro estimaram que a inflação de 2026 somará 3,99%, que será de 3,80% em 2027 e de 3,5% em 2028 e 2029. Ou seja, acima da meta central de inflação de 3% fixada pelo Conselho Monetário Nacional.

Na ata do Copom, o BC também reafirmou a necessidade da manutenção do patamar de juros em “níveis restritivos”, ou seja, elevados, até que se consolide não apenas o processo de redução da inflação como também a ancoragem das expectativas do mercado, para os próximos anos, à meta, “dada a resiliência de fatores que pressionam preços tanto correntes quanto esperados, em especial do dinamismo ainda observado no mercado de trabalho”.

“O Comitê avalia que a condução cautelosa da política monetária tem contribuído para se observar ganhos desinflacionários e, mais uma vez, reafirma o firme compromisso com o mandato do Banco Central de levar a inflação à meta”, informou o BC.

O Copom avaliou, ainda, que “perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo”.

Desaceleração da economia

O BC tem dito claramente que uma desaceleração, ou seja, um ritmo menor de crescimento da economia, faz parte da estratégia de conter a inflação no país. A explicação é que, com um ritmo menor de crescimento, há menos pressões inflacionárias, principalmente no setor de serviços.

Na ata da última reunião do Copom, divulgada em dezembro do ano passado, o BC informou que o chamado “hiato do produto” segue positivo. Isso quer dizer que a economia continua operando acima do seu potencial de crescimento sem pressionar a inflação. Entretanto, acrescentou que a atividade econômica doméstica manteve trajetória de moderação no crescimento, tal como antecipado pelo Banco Central.

“O Comitê relembra que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta (…) A moderação e a própria heterogeneidade das trajetórias de crescimento entre diferentes setores e mercados são compatíveis com a política monetária em curso”, informou o BC, na ata do Copom.

Veja outros recados do BC

  • O Copom avaliou que o ambiente externo “ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais”. “Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica”, acrescentou.
  • O BC reforçou a visão de que o “esmorecimento” no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal (contenção de gastos), o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia. “O Comitê manteve a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê evidenciou, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas”, concluiu.
  • O Banco Central informou que “segue atento ao debate sobre as dimensões corrente e estrutural do mercado de trabalho”, enfatizando a necessidade dessa análise para a avaliação dos padrões de transmissão dos níveis de ocupação para os rendimentos do trabalho e, finalmente, para os preços dos diversos setores da economia.

Fonte: G1

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